Livro que através de poesias e contos expressa a coragem e a alegria de viver intensa e livremente. Plenamente. De ser mulher ao máximo. Apesar de toda polêmica que essa transparência e totalidade podem criar. O livro pretende mostrar que vale a pena. Apesar de todos os riscos.
"Ser mulher no limite máximo dessa palavra, que tange e transcende o ato de ser humana"
"A vida é risco, mas nela arrisco toda a força do meu riso" "Crio controvérsias por onde passo, mas os versos me perseguem" (Natasha Treuffar)
Das 380 mil espécies conhecidas de plantas no mundo inteiro, um quinto está ameaçada. Ou seja: aproximadamente 76 mil de todos os vegetais que conhecemos corre o risco de desaparecer em breve. Isso sem falar das milhares de espécies que jamais serão classificadas, pois extinguiram-se antes que pudéssemos descobri-las.
Os dados são do ano passado, de um estudo realizado pelo British Botanic Gardens Kew e pelo Museu de História Natural em colaboração com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Plantas são a base de toda a vida na Terra, sustentando cadeiras alimentares ao redor do mundo. Segundo a pesquisa, o bioma mais atingido é a Mata Atlântica, que tem 90% de suas espécies ameaçada.
O principal culpado por este cenário é a perda de habitat causada pelo homem – a Mata Atlântica, por exemplo, está reduzida a apenas 7% de seu território original. Com diversas plantas endêmicas, é fácil perceber o que isto representa para a biodiversidade.
Para saber mais, é possível acessar o site (em inglês) da lista vermelha de espécies ameaçadas clicando aqui.
Daqui a um pouco vamos ficar mais devagar com tanta facilidade sendo criada....... Mas que é show, é.....
A Honda, reinventou a roda....a nova roda. Parabens à todos os envolvidos no projeto Agora é que vamos deixar de andar a pé ... ...mas já pensou adaptar para idosos e dependentes fisicos !?
O Brasil dará início à produção em larga escala de um mosquito transgênico que será solto na natureza, visando o combate à dengue.
A fábrica que irá produzir em larga escala o vetor foi inaugurada pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Juazeiro, na Bahia.
O Ministro afirmou que o governo federal aposta na iniciativa, inédita no mundo - a Moscamed, a fábrica especializada na produção de insetos transgênicos para controle biológico de pragas, é uma empresa pública.
"Nós incentivamos o desenvolvimento deste projeto e vamos monitorar de perto, pois promete ser uma alternativa efetiva de controle da principal epidemia urbana do país", afirmou o ministro.
Animais transgênicos
Por outro lado, recentemente cientistas emitiram uma alerta sobre a falta geral de informações científicas precisas que possam ser disponibilizadas para a sociedade antes da liberação desses animais geneticamente modificados.
Ao contrário da adoção das plantas transgênicas, que, de uma forma de outra, foi discutida com a sociedade, os animais transgênicos estão sendo soltos na natureza sem qualquer discussão aberta a respeito.
Os pernilongos transgênicos são tidos como estéreis.
Contudo, os estudos científicos que embasam o desenvolvimento dos animais transgênicos afirmam que eles são "machos parcialmente estéreis", e não "machos estéreis", como se apregoa ao falar ao público.
E não se sabe o que pode acontecer quando as filhas desses machos não-estéreis picarem o ser humano.
Cobaias humanas
Com 720 m2 de área, a "fábrica" de mosquitos transgênicos vai produzir em larga escala machos do Aedes Aegypt geneticamente modificados.
Sua capacidade máxima de produção é 4 milhões de machos do Aedes Aegyptestéreis.
Estes mosquitos, liberados no ambiente em quantidade duas vezes maior do que os mosquitos não-estéreis, vão atrair as fêmeas para cópula, mas sua prole não será capaz de atingir a fase adulta, o que deve reduzir a população de Aedes a tal nível que controle a transmissão da dengue.
A população do município baiano de Jacobina, com 79 mil habitantes, será usada como cobaia do experimento - o município apresentou 1.647 casos de dengue e dois óbitos pela doença só neste primeiro semestre de 2012.
De fato, conforme alega o governo, a ação é inédita mundialmente: nenhum outro país emitiu autorização para experimentos desse tipo diretamente com a população, e sem estudos do impacto biológico dos animais transgênicos.
Sugestão do Dia: Plante e fique de olho aberto no mosquito.
Dois relatórios mundiais apontaram a ilha de Palau como a maior consumidora mundial per capita destes dois itens. Método usado para obter os resultados está sendo contestado, mas...
Um pequeno grupo de ilhas do Pacífico com a população de uma cidade pequena foi considerado o país com o consumo mais alto de cerveja e maconha.
O Relatório Mundial sobre Drogas de 2012 da ONU, publicado em junho, diz que a nação com o nível mais alto de uso de maconha entre adultos é Palau.
O diminuto país, que é parte da Micronésia, no oeste do oceano Pacífico, abriga somente 21 mil pessoas. Mas lá, um quarto dos adultos consome a substância.
Os palauanos não só estão à frente de todo o mundo com o número, como lideram com uma margem expressiva. O segundo país da lista é a Itália, onde – segundo o relatório – cerca de 15% dos adultos usam a droga.
Se a ideia de que Palau é uma espécie de retiro hedonista soa familiar, pode ser porque a ilha já esteve no topo de uma tabela da Organização Mundial de Saúde em 2011, que examinava outro vício.
De acordo com o relatório global sobre álcool e saúde da OMS, os palauanos bebem mais cerveja per capita do que qualquer outro país do mundo.
Dados intrigantes
Mas o que acontece com Palau? Vamos observar primeiro as estatísticas da bebida. O relatório da OMS foi publicado em 2011, mas contém dados de 2005. Isso é importante porque, por alguma razão, os palauanos parecem ter bebido mais naquele ano. Em outros anos, eles caem algumas posições na tabela.
Mas, o mais importante é que, apesar de beberem muita cerveja, os habitantes de Palau não bebem muito mais de nada. Quando se olha para o total de álcool consumido – em vez de só cerveja – Palau cai para o 42º lugar, de 188. Nessa lista, é a República Tcheca que tem a honra dúbia de estar no topo.
Comissão nega mais 6 anos de caça de baleia na Groenlândia
Depois de ter renovado a autorização para a caça selvagem de baleias nos EUA, Rússia e São Vicente e Granadina, a Comissão Internacional Baleeira (CIB) rejeitou ontem em sua reunião anual, no Panamá, o pedido da Dinamarca para que a Groenlândia recebesse o mesmo benefício.
Com isso, mais de 1,3 mil baleias das espécies Fin, Minke, Bowheads e Jubarte serão poupadas nos próximos seis anos. Para vetar o pedido de caça aborígine dos dinamarqueses, a comissão alegou que há fortes indícios de exploração comercial da atividade, além da influência da captura na prática do turismo de observação na região do Caribe.
Com 34 votos contrários e 25 a favor, a rejeição à caça de baleias na Groenlândia foi a primeira vitória no Panamá dos grupos que defendem o fim da atividade predatória dos cetáceos. No primeiro dia, o veto à criação de um santuário de baleias no Atlântico Sul frustrou mais uma vez o governo brasileiro, que lidera a campanha pelo projeto.
Resolução de Mônaco. Hoje, no último dia de debates do encontro da CIB, a principal discussão será em torno da participação da ONU na fiscalização da caça às baleias. Com o nome de Resolução de Mônaco, a proposta enfrenta forte oposição dos japoneses, que lideram a bancada dos países baleeiros.