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Empresa norte-americana desafia internautas a procurarem avião desaparecido


Uma empresa do estado norte-americano do Colorado recolheu imagens de satélite de uma área de mais de 3200 quilómetros quadrados, entre o Golfo da Tailândia e o mar do Sul da China, e convidou os utilizadores da Internet a passarem-nas a pente fino, em busca de eventuais destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde a madrugada de sábado.

A DigitalGlobe Inc lançou a campanha agora e colocou as imagens na plataforma Tomnod na segunda-feira e desafiou a os utilizadores a procurarem vestígios do aparelho, cujo desaparecimento é já considerado um dos mais misteriosos da história da aviação.

“Se houver alguma coisa para ver à superfície [da água], vê-lo-emos”, disse Luke Barrington, responsável pela informação geoespacial na empresa. “A questão é se estamos a procurar no lugar certo”, acrescentou.

A iniciativa foi lançada antes de, nesta terça-feira, a Força Aérea da Malásia ter adiantado que algo de estranho se terá passado com o voo MH370: o avião desaparecido com 239 pessoas a bordo, e sobre o qual até agora nada de concreto se sabe, teria voado centenas de quilómetros para oeste depois do último contacto com a torre de controlo. A área de buscas tem vindo a ser alargada e incluiu também zonas em terra.

O aparelho “mudou a rota depois de Kota Bharu e passou a voar a mais baixa altitude. Fê-lo pelo estreito de Malaca”, disse à Reuters um alto responsável militar. No último contacto com a torre de controlo, o aparelho estava sensivelmente a meio caminho entre a cidade de Kota Bharu, na costa oriental da Malásia, e o extremo sul do Vietname, e voava a 10.670 metros de altitude. A confirmar-se a informação militar, significaria que o avião teria voado pelo menos cerca de 500 quilómetros depois do último contacto que manteve com a torre de controlo.

A Digital Globe desenvolveu acção semelhante quando o tufão Haiyan atingiu as Filipinas em Novembro –  disse ter mobilizado milhares de voluntários que assinalaram mais de 60 mil objectos que terão ajudado a registar a dimensão da destruição.

Dezenas de navios, aviões e helicópteros de dez países estão a participar na operação de busca de vestígios do voo MH370, da Malaysia Airlines, que desapareceu quando fazia a ligação Kuala Lumpur-Pequim.
fonte:REUTERS

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Um ano de caminhadas regulares faz o cérebro ficar dois anos mais jovem

Um ano de caminhadas regulares faz o cérebro ficar dois anos mais jovem




Um estudo acaba de revelar que fazer três caminhadas de 40 minutos, a um ritmo acelerado, durante a semana pode fazer o cérebro crescer e rejuvenescer.  

                                                                                 


Segundo o trabalho, que contou com a participação de 120 homens e mulheres de 55 a 80 anos, a caminhada é capaz de aumentar o tamanho do hipocampo, centro da memória no cérebro que é uma das primeiras regiões a serem afectadas pela doença de Alzheimer.

Normalmente, o cérebro encolhe com a idade. Mas exames realizados nos participantes após um ano de caminhadas mostraram que as principais regiões cerebrais - inclusive o hipocampo - haviam crescido até 2%.
                                                                    
De acordo com os investigadores, esse crescimento equivale a retroceder os ponteiros do relógio do cérebro em dois anos, uma mudança que consideram uma enorme melhoria. Um outro grupo que havia sido convidado para fazer uma série simples de exercícios de alongamento ao longo do ano teve as mesmas regiões do cérebro encolhidas em 1,5%.                                                                                                                                       
Os resultados foram apresentados na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), nos Estados Unidos.
Ao Daily Mail, o líder da pesquisa afirmou que o exercício pode não ser uma «pílula mágica» contra a demência, mas parece ser uma das melhores maneiras de manter a mente sã. «Não precisa de actividade física altamente vigorosa para ver esses efeitos», acrescentou Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh.
                                                          
O cientista também observou que o cérebro permanece modificável após os 50 anos. Ainda que haja encolhimento e declínio na capacidade cognitiva, parece que isso não é tão inevitável quanto se pensava. 
                                                 
Segundo Erickson, aliar actividade física e exercícios mentais, como resolver quebra-cabeças, pode ser uma boa ideia para preservar o cérebro. Claro que quanto antes a pessoa incluir os hábitos na rotina, melhor. Mas o cientista salientou que nunca é tarde demais para começar.
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