POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO
pedala
Sacha Lakic é um dos poucos artistas capazes de mover-se facilmente de um universo para outro. De mobiliário para duas rodas, da arquitetura à automotivo, Sacha é o mestre do movimento.
Entre Luxemburgo, Mônaco, Paris, Nova York, Xangai, Moscou e Dubai, ele agora trabalha com empresas que procuram projetos que unem o moderno, o ousados, o dinâmico e o orgânico criando um fluxo singular.
Os projetos de Sacha aliam beleza e design à funcionalidade abrindo um novo horizonte para o design.
Para conferir outros trabalhos desse artista versátil clique aqui
lua de sangue
Este fenômeno acontece quando ocorre um eclipse lunar, conhecido como profundo ou total. Um eclipse lunar ocorre sempre que Lua, quando em fase de Lua Cheia, o Sol, a Terra e a Lua ficam perfeitamente alinhados e a Lua fica dentro do espaço conhecido como “cone de sombra” projetado pela Terra. Na imagem abaixo podemos ter uma idéia de como funciona esse fenômeno
Quando ocorre o eclipse lunar, a Lua está na penumbra (apenas parte da iluminação solar é bloqueada) ou na umbra (não há iluminação direta do Sol). Na imagem abaixo podemos ver claramente essas duas regiões:
Todos os anos ocorrem de 2 a 5 eclipses lunares e eles podem ser de 3 tipos: penumbral, parcial e total. No penumbral parte da Lua ou toda a Lua está na região da penumbra, no parcial parte da Lua está na penumbra e parte na umbra, por fim no eclipse total toda a Lua está na região da umbra. A imagem abaixo detalha bem essa diferença:
A Lua na posição 1 não está passando por um eclipse, a Lua 2 está em eclipse penumbral, a Lua 3 em eclipse parcial e a Lua 4 em eclipse total.
Um eclipse lunar total (também denominado profundo) é exatamente uma “lua de sangue”, quando a Lua assume um aspecto vermelho-alaranjado devido a refração e dispersão da luz do Sol na atmosfera terrestre, que desvia apenas certos comprimentos de onda responsáveis por tal coloração, fenômeno equivalente ao que ocorre todos os dias no nascente e poente do Sol, quando o céu também adquire um aspecto avermelhado.
Dito isso, o fenômeno da “lua de sangue” ou eclipse lunar total ocorre pelo menos uma vez a cada 5 anos e de raro não tem nada como alguns sites e blogs andam divulgando por aí.
A NASA disponibiliza em seu site uma extensa lista com todos os eclipses lunares, separados por séculos, desde 2 mil A.C até o ano 3 mil (ou seja, daqui a quase mil anos). Eis a lista com os links:
A lista com os eclipses lunares entre 2001 e 2100 (século 21) pode ser vista no link a seguir:
Nessa lista temos as seguintes letras associadas ao eclipses:
Penumbral = N
Parcial = P
Total = T
Sendo que os eclipses totais mais intensos são sinalizados como T+ (cor da Lua mais vermelha e menos alaranjada) e os menos intensos sinalizados como T- (cor da Lua mais alaranjada e menos vermelha)
Vale também ressaltar que existem duas profecias bíblicas que falam sobre a “lua de sangue” ANTES do auge dos eventos, o que poderíamos encaixar segundo os estudos do blog no eclipse lunar total que acontecerá em fevereiro de 2036. Eis as duas passagens:
“O Sol se converterá em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor” (Joel 2:31 e Atos 2:20)
Detalhe que poucos meses antes de abril de 2036, teremos um eclipse solar total em 2 de setembro de 2035, ou seja, um espaço de pouco mais de 6 meses separa um eclipse total do Sol e um eclipse lunar total, do auge dos eventos do Apocalipse em 2036.
Uma correlação interessante que podemos fazer com a lua de sangue ou “lua umbralina” é com a profecia de Nostradamus sobre os dois papas, mostrando que algum grande evento acontecerá enquanto tivermos dois papas na Igreja. Essa profecia pode ser vista aqui:
A profecia fala da existência de dois papas até março, ou seja, pode ser março de 2014, março de 2015 ou até mais a frente, dependendo do tempo que Bento XVI, o papa emérito, sobreviver.
Até março de 2016 teremos 4 eclipses lunares totais (luas de sangue) nas seguintes datas:
15 de abril de 2014
08 de outubro de 2014
04 de abril de 2015
28 de setembro de 2015
Depois teremos somente em janeiro de 2018 um novo eclipse lunar total.
mal azul
Luz azul dos celulares e tablets pode causar degeneração na retina.
Tipo de radiação emitida pela luz azul violeta pode causar, a longo prazo, danos irreversíveis à retina, como a cegueira.

A luz azul até que não seria um problema se a vida hoje em dia não estivesse intimamente ligada à tecnologia. As maiores fontes dessa luz nociva são encontradas nos celulares (smartphones), tablets, telas de computadores e TVs de tela plana, ou seja, exatamente o que a população tem usado cada dia mais.
Segundo estudos, a exposição prolongada pode causar degeneração macular, problemas sérios na retina e até mesmo levar à cegueira. “Essa luz tem uma fototoxicidade que deve ser considerada”, alerta Márcia Beatriz Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América. “O efeito é cumulativo, ou seja, não vai acontecer nada no mês seguinte, mas sim ao longo dos anos”.
O diretor responsável pelo Tranjan Centro Oftalmológico, Alfredo Tranjan, explica que existe dois tipos de luz azul: o azul turquesa e o azul violeta. O turquesa é uma luz boa, que não faz mal aos olhos. “Essa luz é responsável por organizar o relógio biológico. Existem estudos que estão sendo feitos para colocar essa luz no painel de carros, para manter o motorista alerta”, conta.
O problema mesmo é luz azul violeta, que pode causar degenerações maculares e até mesmo a catarata, segundo a diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América. Pessoas que ficam horas diante de aparelhos celulares, TVs, tablets e telas de computadores podem, com o passar dos anos, sofrerem consequências. “Se uma pessoa se expõe durante 7h por dia nessa luz, a partir dos 25 anos, com 40 ela pode ter um problema”, explica Tranjan, ressaltando que o dano é a longo prazo.
Danos causados pelos raios ultravioletas (UV)
Márcia Beatriz explica que a luz azul também vem pelo sol. “A diferença é que nos protegemos dessa luz com óculos de sol. Agora, quem fica de óculos de sol no escritório?”, questiona. A oftalmologista explica que já existem lentes de óculos de grau – ou mesmo sem, que conseguem filtrar uma parte dessa luz azul, que são as lentes fotossensíveis, que reagem à luz UV.
Os usuários de óculos de sol, no entanto, devem se certificar de que as lentes realmente têm proteção UV. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) e Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual (Imeppi) mostrou que, entre 2006 e 2013, foram apreendidas 70,2 milhões de óculos ilegais no Brasil, que significa que não têm proteção UV – ou não tem a proteção adequada.
O diretor presidente da Abióptica, Bento Alcoforado, explica que às vezes os óculos até oferecem uma proteção adequada, o problema é quanto ela vai durar. “A proteção de alguns óculos falsos às vezes só dura uma semana, um mês. Depois disso, a capacidade de proteção acaba”, alerta. Para a segurança dos usuários, Alcoforado esclarece que o setor óptico está trabalhando para oferecer, junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma certificação brasileira de qualidade dos produtos comercializados no País.
ig
Tipo de radiação emitida pela luz azul violeta pode causar, a longo prazo, danos irreversíveis à retina, como a cegueira.
A luz azul até que não seria um problema se a vida hoje em dia não estivesse intimamente ligada à tecnologia. As maiores fontes dessa luz nociva são encontradas nos celulares (smartphones), tablets, telas de computadores e TVs de tela plana, ou seja, exatamente o que a população tem usado cada dia mais.
Segundo estudos, a exposição prolongada pode causar degeneração macular, problemas sérios na retina e até mesmo levar à cegueira. “Essa luz tem uma fototoxicidade que deve ser considerada”, alerta Márcia Beatriz Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América. “O efeito é cumulativo, ou seja, não vai acontecer nada no mês seguinte, mas sim ao longo dos anos”.
O diretor responsável pelo Tranjan Centro Oftalmológico, Alfredo Tranjan, explica que existe dois tipos de luz azul: o azul turquesa e o azul violeta. O turquesa é uma luz boa, que não faz mal aos olhos. “Essa luz é responsável por organizar o relógio biológico. Existem estudos que estão sendo feitos para colocar essa luz no painel de carros, para manter o motorista alerta”, conta.
O problema mesmo é luz azul violeta, que pode causar degenerações maculares e até mesmo a catarata, segundo a diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América. Pessoas que ficam horas diante de aparelhos celulares, TVs, tablets e telas de computadores podem, com o passar dos anos, sofrerem consequências. “Se uma pessoa se expõe durante 7h por dia nessa luz, a partir dos 25 anos, com 40 ela pode ter um problema”, explica Tranjan, ressaltando que o dano é a longo prazo.
Danos causados pelos raios ultravioletas (UV)
Márcia Beatriz explica que a luz azul também vem pelo sol. “A diferença é que nos protegemos dessa luz com óculos de sol. Agora, quem fica de óculos de sol no escritório?”, questiona. A oftalmologista explica que já existem lentes de óculos de grau – ou mesmo sem, que conseguem filtrar uma parte dessa luz azul, que são as lentes fotossensíveis, que reagem à luz UV.
Os usuários de óculos de sol, no entanto, devem se certificar de que as lentes realmente têm proteção UV. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) e Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual (Imeppi) mostrou que, entre 2006 e 2013, foram apreendidas 70,2 milhões de óculos ilegais no Brasil, que significa que não têm proteção UV – ou não tem a proteção adequada.
O diretor presidente da Abióptica, Bento Alcoforado, explica que às vezes os óculos até oferecem uma proteção adequada, o problema é quanto ela vai durar. “A proteção de alguns óculos falsos às vezes só dura uma semana, um mês. Depois disso, a capacidade de proteção acaba”, alerta. Para a segurança dos usuários, Alcoforado esclarece que o setor óptico está trabalhando para oferecer, junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma certificação brasileira de qualidade dos produtos comercializados no País.
ig
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