by Valentina Ryabova
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Bateria poderosa obtém 70% de carga em 2 min e tem vida útil de 20 anos
Pesquisadores da Nanyang Technology University descobriram um método de criar baterias com capacidade 10 vezes maior do que o padrão utilizado atualmente. Segundo os cientistas, o novo modelo, feito com de íons de lítio, pode ser 70% recarregados em somente dois minutos e apresentam durabilidade de 20 anos.

A grande novidade é a utilização de um material feito de dióxido de titânio para atuar como o polo negativo nas baterias. Naturalmente encontrado em formato esférico, o dióxido foi transformado em nanotubos, milhares de vezes mais finos do que um fio de cabelo, e posicionado na parte interna da bateria para permitir a carga mais rápida.
Normalmente, baterias de lítio usam grafite como ânodo, o que geralmente permite cerca de 500 ciclos de recarga (de duas horas cada), o que é equivalente a dois ou três anos de uso comum. Com a nova tecnologia, seria possível levar essa duração a mais de 20 anos, ou seja, cerca de 10 vezes a mais do que o padrão atual.
Obviamente, a tecnologia pode causar um grande impacto quando for lançada. Não somente para celulares, tablets e computadores, mas também para carros que funcionam com baterias, por exemplo. No entanto, ainda não há nenhuma previsão concreta sobre quando os novos tipos de bateria podem chegar ao mercado.
fonte: NTU e Engadget
Pesquisadores da Nanyang Technology University descobriram um método de criar baterias com capacidade 10 vezes maior do que o padrão utilizado atualmente. Segundo os cientistas, o novo modelo, feito com de íons de lítio, pode ser 70% recarregados em somente dois minutos e apresentam durabilidade de 20 anos.
A grande novidade é a utilização de um material feito de dióxido de titânio para atuar como o polo negativo nas baterias. Naturalmente encontrado em formato esférico, o dióxido foi transformado em nanotubos, milhares de vezes mais finos do que um fio de cabelo, e posicionado na parte interna da bateria para permitir a carga mais rápida.
Normalmente, baterias de lítio usam grafite como ânodo, o que geralmente permite cerca de 500 ciclos de recarga (de duas horas cada), o que é equivalente a dois ou três anos de uso comum. Com a nova tecnologia, seria possível levar essa duração a mais de 20 anos, ou seja, cerca de 10 vezes a mais do que o padrão atual.
Obviamente, a tecnologia pode causar um grande impacto quando for lançada. Não somente para celulares, tablets e computadores, mas também para carros que funcionam com baterias, por exemplo. No entanto, ainda não há nenhuma previsão concreta sobre quando os novos tipos de bateria podem chegar ao mercado.
fonte: NTU e Engadget
apimentando a relação
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Franca (Unifran), no interior de São Paulo, descobriu a existência de uma molécula natural capaz de combater a disfunção erétil. A substância foi encontrada em uma pimenta indiana e patenteada em junho deste ano para ajudar no desenvolvimento de um ‘viagra verde’ - medicamento mais saudável, segundo os pesquisadores - e que auxilia na ereção.
A molécula foi descoberta durante uma pesquisa para o tratamento do Mal de Chagas, que começou há 10 anos. Durante os estudos, os pesquisadores isolaram diversas substâncias, incluindo a (-) cubebina (menos cubebina), encontrada na pimenta-de-java (Piper cubeba), importada da Índia. Ao testar a molécula em camundongos, os responsáveis pela pesquisa notaram ereção nos animais.
O farmacêutico Márcio Luís Andrade e Silva, um dos envolvidos no estudo, explica que, a princípio, a substância age bloqueando a PDE5, conhecida como fósforo-diestarase 5. “Ela bloqueando esta substância, ela aumenta ou provoca a ereção, já que a PDE5 é a causa da degradação de outra substância que, através do metabolismo, permite o enchimento de sangue no corpo cavernoso do pênis."
Segundo a pesquisa, o efeito da molécula se mostrou 50% mais potente quando comparado a outras substâncias, como o Viagra (citrato de sildenafila), por exemplo.
“Confirmamos o efeito e depositei a patente nos Estados Unidos, Europa, Japão e no Brasil, depois de várias análises técnicas deram o título de propriedade da patente, considerada de extrema inovação”, afirma o farmacêutico Márcio Luís Andrade e Silva, um dos envolvidos no estudo.
A pimenta em que a molécula foi encontrada é utilizada normalmente na Ásia como condimento ou para fins medicinais. Entretanto, não há informações sobre o potencial afrodisíaco das sementes. “Não adianta comer, a substância precisa estar isolada para surtir efeito”, ressalta o pesquisador.
'Bomba verde'
Para Silva, a descoberta é importante para a indústria farmacêutica. “É uma bomba dentro do tratamento verde da disfunção erétil.” Depois do registro da patente, os pesquisadores trabalham em testes complementares e aguardam outros estudos para ser liberada para o mercado. Segundo o estudioso, pelo menos uma empresa brasileira já demonstrou interesse em licenciar a substância, que pode chegar ao mercado em até quatro anos, depois de testes em humanos.
Por ser natural, os pesquisadores afirmam que o medicamento pode ser mais saudável que os similares existentes no mercado, como o Viagra e o Cialis (tadalafil). “É difícil encontrar uma molécula natural nesses medicamentos, são sintéticos e usam moléculas de nitrogênio, que potencializam problemas cardíacos, por exemplo”, explica o farmacêutico.
Entre as vantagens do ‘viagra verde’ estariam a diminuição dos efeitos paralelos comuns aos remédios contra a disfunção erétil. “Se confirmarmos os testes, não teremos efeitos colaterais como ataque cardíaco, vermelhidão, irritabilidade, boca seca, hiperatividade e outras mudanças comportamentais”, afirma Silva.
fonte:G1
pedala
Airbike: a bicicleta de nylon produzida em impressora 3D
Muitos já devem estar se perguntando: bicicleta feita de nylon… e ainda por cima impressa? Como assim? Pois é, mais uma vez o mundo da tecnologia nos surpreende e oferece o inimaginável: uma bicicleta feita de nylon produzida através de impressão em 3D. A Airbike, como é conhecida, acaba de ser criada por pesquisadores da European Aeronautic Defence Group (EADS), na Inglaterra.
A bicicleta é construída através de um método de impressão de várias camadas de pó de nylon, que reproduz o design da bicicleta projetado em CAD. Basta que o desenho esteja armazenado no computador que está conectado à impressora, para que ela possa iniciar o processo de impressão em 3D.
Os pesquisadores afirmam que a Airbike pode vir a substituir as bicicletas de alumínio e aço, até por ser mais “ecologicamente correta”, já que permite utilizar apenas um décimo do material usado nas bicicletas convencionais.
Mais uma informação impressionante divulgada pela EADS se refere ao fato da bicicleta de nylon conseguir ser muito resistente e ao mesmo tempo 65% mais leve do que as bikes de alumínio, que já são consideradas leves. Essa notícia é muito boa para mulheres que sofrem quando precisam levantar suas bicicletas para guardar em lugares de difícil acesso, como bicicletários em garagens de edifícios. Quem já furou o pneu longe de sua casa, e teve que transportá-la de volta ao “lar doce lar” apenas com a força do braço, sabe o quanto uma bicicleta levinha faria diferença nessas horas também.
O usuário da Airbike ainda tem a vantagem de poder substituir, com muita facilidade e rapidez, alguma peça com dano ou defeito, através da impressão de partes individuais da bicicleta. Sem falar nas possibilidades quase infinitas de personalização da bike, através de alterações direto no design da peça, antes que seja impressa, que podem incluir altura de banco ou guidão, por exemplo. Com a Airbike, vamos poder falar com uma certeza cada vez maior que a bicicleta tem a cara do seu dono.
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