POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO
auto conceito
Cada homem, desde que sai da nebulose da infância e da adolescência, é em grande parte um produto do seu conceito de si mesmo. Pode dizer-se sem exagero mais que verbal, que temos duas espécies de pais: os nossos pais, propriamente ditos, a quem devemos o ser físico e a base hereditária do nosso temperamento; e, depois, o meio em que vivemos, e o conceito que formamos de nós próprios - mãe e pai, por assim dizer, do nosso ser mental definitivo.
Se um homem criar o hábito de se julgar inteligente, não obterá com isso, é certo, um grau de inteligência que não tem; mas fará mais da inteligência que tem do que se julgar estúpido. E isto, que se dá num caso intelectual, mais marcadamente se dá num caso moral, pois a plasticidade das nossas qualidades morais é muito mais acentuada que a das faculdades da nossa mente.
Ora, ordinariamente, o que é verdade da psicologia individual - abstraindo daqueles fenômenos que são exclusivamente individuais - é também verdade da psicologia colectiva. Uma nação que habitualmente pense mal de si mesma acabará por merecer o conceito de si que ante-formou. Envenena-se mentalmente.
O primeiro passo passou para uma regeneração, econômica ou outra, de Portugal é criarmos um estado de espírito de confiança - mais, de certeza, nessa regeneração. Não se diga que os «fatos» provam o contrário. Os fatos provam o que quer o raciocinador. Nem, propriamente, existem fatos, mas apenas impressões nossas, a que damos, por conveniência, aquele nome. Mas haja ou não fatos, o que é certo é que não existe ciência social - ou, pelo menos, não existe ainda. E como assim é, tanto podemos crer que nos regenaremos, como crer o contrário. Se temos, pois, a liberdade de escolha, porque não escolher a atitude mental que nos é mais favorável em vez daquela que nos é menos?
Fernando Pessoa - 'Teoria e Prática do Comércio'
orquideoterapía
1 – ORQUÍDEAS NÃO GOSTAM DE ÁGUA
As orquídeas são plantas tropicais e, de modo geral, vivem em regiões com elevados níveis de umidade no ar. Assim, na natureza, as orquídeas estão constantemente expostas às chuvas e ao orvalho da madrugada. Apesar disso, suas raízes secam rapidamente por ficarem expostas nos troncos das árvores aos quais aderem.
Entretanto, quando cultivadas, muitas orquídeas acabam morrendo por excesso de água. A explicação para este aparente paradoxo é que, no vaso, diferentemente do que ocorre na natureza, as raízes ficam encharcadas por muito tempo, o que favorece o aparecimento de doenças ocasionadas por fungos e bactérias.
Daí o mito de que não se deve colocar muita água no vaso. Alguns, inclusive, recomendam regar as orquídeas com apenas um copo de água ou algumas pedras de gelo.
Embora estas quantidades diminutas de água, em tese, sejam suficientes, elas podem escorrer muito rapidamente pelos veios do substrato (material específico para o cultivo de orquídeas) fazendo com que ele continue praticamente seco, mesmo após a rega.
Para contornar este problema, o certo é que as orquídeas sejam abundantemente regadas com água corrente, seja de uma mangueira ou regador, seja da torneira da pia. Desta forma, o substrato consegue absorver a quantidade necessária de água, ao mesmo tempo em que as impurezas e o excesso de adubo são eliminados por baixo do vaso.
2 – ORQUÍDEAS SÓ PODEM SER REGADAS UMA VEZ PODE SEMANA
Não podemos estabelecer uma regra fixa para a frequência das regas de orquídeas. Tudo vai depender das condições climáticas. No verão, é necessário regar com mais frequência, diminuindo a periodicidade durante o inverno. Ainda é preciso ficar atento à evaporação causada não somente pelo excesso de sol como também pelas correntes de vento.
A melhor maneira de se saber o momento ideal para regar é colocar o dedo no substrato e afundá-lo levemente. Se o substrato estiver úmido, não é preciso regar, se estiver seco, a rega é bem-vinda. Com o tempo e a experiência, é possível aferir a umidade do substrato pelo simples peso do vaso, se ele está leve, e, portanto seco, é hora de regar. Sob condições ideais de insolação, umidade ambiente e ventilação, espera-se que o substrato seque dentro de uma semana, aproximadamente. Logicamente, este período será menor no calor e maior no frio.
3 – NÃO SE PODE REGAR AS ORQUÍDEAS SOB O SOL
É sempre aconselhável evitar regar as orquídeas nas horas mais quentes do dia. As gotas de água sobre as folhas atuam como pequenas lentes que aumentam a intensidade dos raios solares, podendo queimar a planta. Além disso, o choque térmico causado pela água fria sobre as folhas quentes também pode causar lesões.
Os melhores momentos para a rega são o começo da manhã e o final da tarde. Não é bom que as orquídeas passem a noite molhadas. Portanto, nos dias mais frios, o ideal é que se regue no começo da manhã, para que elas tenham tempo de secar ao longo do dia.
Durante os dias muito quentes do verão, em locais que recebem muito vento, vale borrifar água sobre as plantas de manhã e no final da tarde.
4 – NÃO SE PODE COLOCAR PRATINHO EM BAIXO DO VASO
Esta não é uma regra rígida. É verdade que, se mantivermos o pratinho cheio de água, as raízes das orquídeas apodrecerão. No entanto, se tomarmos o cuidado de escoar a água e manter o tal pratinho sempre seco, não há problema.
Dentro de casa ou em ambientes muito secos, onde venta muito, podemos usar o pratinho com água a nosso favor. Basta colocar uma camada de pedrisco, brita ou argila expandida, com uma lâmina de água ao fundo. Desta forma, o fundo do vaso não tocará diretamente a água e, ao mesmo tempo, a evaporação da lâmina de água ajudará na manutenção da umidade.
5 – NÃO SE PODE MOLHAR AS FLORES
Deve-se evitar molhar as flores e os botões florais. O excesso de umidade nestas estruturas facilita o desenvolvimento de um fungo que, apesar de não gerar maiores danos à orquídea, causa manchas marrons nas pétalas, comprometendo a sua beleza.
Também se deve evitar aplicar água com adubos ou defensivos sobre as flores e botões. Estas substâncias podem prejudicar seu desenvolvimento, além de causar danos em sua aparência.
tudosobreorquideas.com
tempo da terra
Calendário Agrícola / Agosto:
Planta-se: Alface, alho, cenoura, ervilha, espinafre, milho, morango, pimentão, rabanete e tomate.
Semeia-se: Pimenta, aspargo, melão, acelga, jiló, funcho e salsa.
Colhe-se: Alface, batata doce, beterraba, cebolinha, mostarda, repolhos branco e roxo.
bom saber
A Ciência ja analisou e provou e definiu 6 tipos de obesidade causada por vários fatores. Ao final deste artigo você irá encontrar qual grupo você pertence e como resolver o problema da obesidade de acordo com cada tipo específico ao qual cada um se encaixa com suas peculiaridades:
1. A obesidade a partir de consumo excessivo de
alimentos
Este tipo é mais comum no mundo. Isso ocorre devido à alimentação excessiva e ingestão de açúcares. A fim de resolver o seu problema, é necessário fazer alterações em sua dieta, reduzir a quantidade de comida, eliminar açúcares e se exercitar pelo menos 30 minutos por dia.
2. A obesidade por glúten
Este tipo de obesidade é mais comum em mulheres que atravessam a menopausa e as mulheres com desequilíbrio hormonal. O mais importante é evitar o álcool, tabagismo e ficar sentado por um longo período sem se movimentar. Praticar exercícios com pesos.
3. A obesidade causada pelo “estômago nervoso”
Este tipo de obesidade é causado por estresse, ansiedade e depressão. Pessoas que se encaixam nesse perfil costumam ter um aumento na ingestão de doces. A melhor coisa a fazer é controlar seu estresse e livrar-se dele com atividade física.
4. A obesidade metabolica
Pessoas que têm estômago inchado como um balão, acumulam gordura nesta parte do corpo. As pessoas que consomem álcool, tem problemas psicológicos ou problemas com a respiração são os mais afetados.
5. A obesidade causada pela circulação venosa
Este é o tipo que é herdada geneticamente. Ocorre durante a gravidez e em pessoas que sofrem de pernas inchadas. A solução está em exercícios como correr e subir escadas.
6. A obesidade de inatividade
Este tipo de obesidade afeta partes do corpo que costumava ser ativo no passado. A chave para eliminar esses depósitos de gordura é não permitir que a passar longos períodos sem comer, porque o corpo pode acelerar o metabolismo e queimá-los rapidamente.

justnaturallife
1. A obesidade a partir de consumo excessivo de
alimentos
Este tipo é mais comum no mundo. Isso ocorre devido à alimentação excessiva e ingestão de açúcares. A fim de resolver o seu problema, é necessário fazer alterações em sua dieta, reduzir a quantidade de comida, eliminar açúcares e se exercitar pelo menos 30 minutos por dia.
2. A obesidade por glúten
Este tipo de obesidade é mais comum em mulheres que atravessam a menopausa e as mulheres com desequilíbrio hormonal. O mais importante é evitar o álcool, tabagismo e ficar sentado por um longo período sem se movimentar. Praticar exercícios com pesos.
3. A obesidade causada pelo “estômago nervoso”
Este tipo de obesidade é causado por estresse, ansiedade e depressão. Pessoas que se encaixam nesse perfil costumam ter um aumento na ingestão de doces. A melhor coisa a fazer é controlar seu estresse e livrar-se dele com atividade física.
4. A obesidade metabolica
Pessoas que têm estômago inchado como um balão, acumulam gordura nesta parte do corpo. As pessoas que consomem álcool, tem problemas psicológicos ou problemas com a respiração são os mais afetados.
5. A obesidade causada pela circulação venosa
Este é o tipo que é herdada geneticamente. Ocorre durante a gravidez e em pessoas que sofrem de pernas inchadas. A solução está em exercícios como correr e subir escadas.
6. A obesidade de inatividade
Este tipo de obesidade afeta partes do corpo que costumava ser ativo no passado. A chave para eliminar esses depósitos de gordura é não permitir que a passar longos períodos sem comer, porque o corpo pode acelerar o metabolismo e queimá-los rapidamente.
justnaturallife
parabens
...na vida, a gente pode não precisar de nenhum outro profissional, mas todo dia vamos depender de um agricultor...obrigado!
Assinar:
Postagens (Atom)




