POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO
noticia boa
O Rolling Stones pode retornar ao estúdio em dezembro deste ano, disse o guitarrista Ronnie Wood à ABC Radio. "Nós talvez voltaremos ao estúdio em dezembro e cortaremos algumas faixas e veremos o que acontece", declarou. As informações são do site da "Billboard".
O último álbum da banda é "A Bigger Bang", de 2005. O guitarrista Keith Richards, que está divulgando seu mais recente disco solo "Crosseyed Heart", já disse em várias entrevistas que ele tem planos de reunir a banda para gravações em abril de 2016.
O Rolling Stones também anunciou no início do mês que fará uma turnê pela América Latina, que começará em Santiago, no Chile, no dia 3 de fevereiro de 2016. A banda virá ao Brasil, passando pelo Rio, no estádio do Maracanã dia 20 de fevereiro; São Paulo, no estádio do Morumbi dias 24 e 27 de fevereiro; e Porto Alegre, no estádio Beira-Rio dia 2 de março.
Aumenta aí...
o futuro hoje
A startup Lytro, que tem lutado para popularizar suas câmeras que permitem aos usuários reorientar uma foto depois de ser tirada, disse que ele está construindo uma nova câmera que pode ter vídeo de ação ao vivo em 3D que pode ser visto em Realidade Virtua l (VR por sua sigla em Inglês).
Immerge é uma câmera que toma a forma de uma bola preta feita de centenas de pequenas 4K câmeras de alta resolução dispostas em círculo, pelo menos é o que você pode ver na renda mostrado pela empresa ; Tem ainda não mostrou um protótipo e menos fotos tiradas com ela.
Prevê-se que o dispositivo chegue ao mercado entre janeiro e maio, e será oferecido aos cineastas por um preço bastante elevado. O CEO da Lytro, Jason Rosenthal, disse que o sistema inclui a câmera, um servidor e um software especializado.
A empresa diz que, além de produzir imagens de alta qualidade, a câmera também resolver um problema importante no domínio recém-criado da realidade virtual, o impossível, no momento, para se mover uma ação audiovisual ao vivo visualizador de VR.
Não é possível mover-se muito, apenas dentro de aproximadamente um metro cúbico, o qual é o volume da câmara de imersão.
queimando
O incêndio começou no dia 11/11, quarta feira, e já toma proporções gigantescas, atinge áreas de difícil acesso na Chapada Diamantina. De acordo com técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o fogo na região do Mucugezinho, começa em Campo de São João, distrito de Palmeiras, e segue até o Barro Branco, em Lençóis. Em contato com o Jornal da Chapada na noite desta da sexta dia 13/11, o chefe interino do Parque Nacional da Chapada Diamantina, Cézar Gonçalves, explica que há um foco regional que envolve esses dois municípios e alerta para que turistas evitem trafegar pela área.
Em relação as ações de combate aos incêndios, os brigadistas estão tendo todo o apoio logístico dos governos estadual e federal, com equipamentos e aeronaves, inclusive na sexta, outro helicóptero foi enviado para ampliar o combate. Segundo Cézar, o único equipamento que poderia ter em maior número é a lanterna de cabeça, que os combatentes necessitam para atuação à noite. Também atuam no combate ao grande incêndio na Chapada Diamantina, o corpo de bombeiros de Feira de Santana, Vitória da Conquista e Salvador, a brigada federal Prevfogo Rosely Nunes, as brigadas municipais Bicho do Mato, ACVIB e Radical Chapada, Combatentes de Incêndios Florestais de Andaraí (Cifa), além das brigadas voluntárias Barra de Estiva e Fazenda Igarashi.
impregnando
Anualmente são produzidas 250 milhões de toneladas de plástico e cerca de 35% desse montante são usados apenas uma vez e por, aproximadamente, 20 minutos. Para piorar, 10% de tudo o que é descartado tem como destino o mar. Os dados foram apresentados pelo chefe da expedição suíça Race for Water Odyssey, Marco Simeoni, na ocasião do lançamento da campanha “Mar sem Lixo. Mar da Gente.”, das iniciativas suíças swissnex Brazil e swissando, de promoção da parceria entre os dois países.
Simeoni, que passou oito meses realizando o primeiro levantamento global de lixo nos oceanos com a expedição, explica que 80% do plástico encontrado no mar têm origem em atividades em terra e que se concentram em cinco regiões específicas nos oceanos: Atlântico Norte, Atlântico Sul, Pacífico Norte, Pacífico Sul e Índico.
“O problema dos plásticos nos oceanos é que o material se quebra em micro partículas que são ingeridas por peixes e pássaros”, explica Simeoni. “Os animais confundem isso com comida. No Havaí, por exemplo, 87% dos pássaros mapeados no local tinham plástico no estômago. O pior de tudo é que tudo é essas partículas são tão pequenas que é inviável fazer uma limpeza disso no mar.”
Uma da maiores surpresas que o chefe da expedição relata ter encontrado na pesquisa foi lixo plástico em regiões remotas, foras das áreas de sujeira no oceano. O velejador explica que uma das primeiras conclusões que o time de pesquisadores chegou foi que o plástico está em toda parte.
“Visitamos Koror, uma ilha paradisíaca em Palau (Micronésia), no Oceano Índico, onde é área de preservação. Vimos garrafas plásticas, sapatos, isqueiros, entre outros tipos de materiais plásticos. Isso nos deixou muito surpresos”, comenta.
Com a ingestão de plástico, a fauna contamina-se com substâncias químicas liberadas pelo material no organismo. Atualmente, metade da população mundial, estimada em sete bilhões de pessoas aproximadamente, consome peixes e animais marinhos. Segundo as previsões da equipe de cientistas da Race for Water, se nada for feito na próxima década, haverá um quilo de plástico para cada três quilos de peixes nos oceanos.
Resultados preliminares, obtidos nas primeiras paradas, nas ilhas de lixo do Atlântico Norte e do Pacífico Sul, indicam que o lixo está amplamente espalhado em paisagens oceânicas remotas. Entre redes de pesca e cordas, o plástico representou 84% do material colhido nos Açores, 70% em Bermuda e 91% na Ilha de Páscoa. Outros materiais, como espuma, cápsulas, filmes e filtros de cigarro, também foram encontrados nesses locais. As análises estão sendo realizadas pelo Laboratório de Meio Ambiente da Escola Politécnica Federal de Lausanne (CEL/EPFL).
As cinco áreas de lixo pelas quais a expedição Race for Water passou totaliza 15,9 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a quase duas vezes o território do Brasil. A mancha mais próxima ao território brasileiro, no Atlântico Sul, tem 1,3 milhão de quilômetros quadrados, área equivalente a quase 30 vezes o Estado do Rio de Janeiro.
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