POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO


fala nua

Vaidades, preconceitos e drogas são temas abordados na peça “Anatomia do Fauno”, em cartaz em São Paulo

Questões como o medo da solidão e as dúvidas geradas pela monogamia também aparecem na montagem

Representando o cenário contemporâneo dos grandes centros urbanos, o espetáculo “Anatomia do Fauno” aborda questões que atingem gays, bissexuais e até heterossexuais.

Preconceitos, drogas, vaidades e crenças são alguns dos temas propostos. O homoerotismo é destacado através dos atores nus, que representam os cidadãos gays da sociedade.


“Tentamos mostrar gays cansados, fustigados pelo trabalho, beirando seres autômatos, mecânicos, sujos, como metáfora do cansaço pós-moderno e de como isso desaguá num território de relações violentas”, diz o diretor Marcelo Deny.

No enredo, um fauno (criatura da mitologia grega) é afastado da floresta, seu habitat, por um incêndio e acaba caindo no centro de São Paulo. Começa, então, a ter contato com o mundo gay paulistano.

Eles fazem uma auto crítica ao universo de como as relações eróticas se dão na liquidez das relações. Os atores também expõem experiências e contribuem para o contexto da peça.

Sem falas, a performance mostra uma série de ações de mais de 20 atores. Após a chegada do fauno, o elenco vai se desnudando e começa a abordar práticas comuns do universo gay, como a busca por parceiros em aplicativos e o sexo em grupo.

Para o ator Marcelo D’Avilla não há constrangimento nas cenas de nudez porque elas estavam nas chamadas desde o princípio. “A nudez ali entra como figurino, pois a potência e as vontades do corpo é que se sobressaem”, afirma.

Para ele, a peça critica o que é o universo gay, pois há multiplicidade infinita de pessoas e não há como traçar um único estilo, principalmente em uma capital. “O método foi descolar o personagem, deixar que cada atuador trouxesse o estereótipo gay que coubesse a sua própria vivência”, diz D’Avilla.

Outras questões também aparecem na montagem, como o medo da solidão e as dúvidas geradas pela monogamia.

Serviço: 
Peça "Anatomia do Fauno"
TUSP - Teatro da USP
Rua Maria Antônia, 294 Consolação – São Paulo, SP 
Metrô Santa Cecília

Sábado 05/12 às 23h
ig

energia caseira

Máquina de compostagem doméstica produz energia limpa e fertilizante orgânico

O HomeBiogas é um sistema que transforma os resíduos orgânicos em energia e fertilizante natural. Desenvolvido para ser usado em residências, o equipamento é capaz de produzir até quatro horas de gás para fogão ou aquecimento de água e oito litros de fertilizante líquido por dia.
Criado por uma startup israelense, o dispositivo tem potencial para revolucionar o descarte de resíduos e a produção de energia renovável em pequena escala. De acordo com os fabricantes, a máquina tem capacidade para transformar até seis litros de resíduos de alimentos por dia ou 15 litros de estrume animal.
O grande diferencial deste sistema é que ele pode trabalhar com resíduos normalmente não indicados para compostagem caseira, como laticínios ou fezes de animais de estimação. O resultado disso é energia limpa gratuita e fertilizante orgânico, ideal para melhorar a produtividade do solo, seja para o cultivo de alimentos ou para a jardinagem.

Foto: Divulgação

A cada quilo de alimentos, a máquina produz 200 litros cúbicos de gás, o suficiente para manter um fogão alto aceso por uma hora. Trabalhando diariamente com a capacidade máxima do sistema, uma família comum poderia reduzir suas emissões em seis toneladas de CO2 anualmente.
A empresa está atualmente buscando financiamento coletivo para produzir o HomeBiogas em larga escala. Os interessados podem reservar um exemplar por US$ 945 através da campanha. O valor é quase metade do preço do valor cheio do produto.
ciclovivo

imaginarium



“Deus dorme na pedra
Respira na planta
Sonha no animal
E desperta no homem"

Poema Indiano

dance


Muitas pessoas procuram a dança para se divertir, descontrair e muitas vezes por indicação medica, já que a dança é uma atividade extremamente prazerosa e proporciona outros benefícios como:

- Aumenta a flexibilidade
- Melhora o condicionamento aeróbico
- Melhora a coordenação motora
- Emagrece e ajuda a perder peso
- Melhora a capacidade cardiorespiratria
- Fortalece a musculatura
- Protege as articulações
- Atenua dores
- Previne problemas posturais e de artrose
- Aumenta o convívio social
- Combate a depressão e a timidez
- Traz alegria
- Eleva a auto-estima
- Ajuda a relaxar
- Rejuvenesce 
(vc já sabia, né Veronica?)

obtuario









ex Rio Doce, ex Fauna e ex Flora...
nenhum punido até agora. ninguem pagou ( nem vai pagar )
nojo!

pedala

tempo da terra


Calendário Agrícola / Dezembro:

Planta-se: Abobora, batata-doce, batatinha, beterraba, cebola, cenoura, ervilha, feijão e rabanete.

Semeia-se: abobora, cenoura, mostarda, pepino e quiabo.

Colhe-se: agrião, batata-doce, berinjela, cenoura, couve, rabanete e tomate.

no papel



Estatuto da Terra
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

No Brasil
Um dos primeiros códigos inteiramente elaborados pelo Governo Militar no Brasil, a Lei 4504, de 30 de novembro de 1964, foi concebida como forma de colocar um freio nos movimentos campesinos que se multiplicavam durante o Governo João Goulart.

Apesar de importantes peças para o ordenamento jurídico brasileiro, seu conteúdo é muito pouco difundido, e conta com poucos especialistas no meio doutrinário. Conquanto seus conceitos abarquem definições de cunho inteiramente político, servem para nortear as ações de órgãos governamentais de fomento agrícola e de reforma agrária, como o INCRA.

São diversos os conceitos ali enunciados, com importantes repercussões para a vida no campo, bem como a relação do proprietário de terras com o seu imóvel. Dentre elas:

Reforma agrária - é o conjunto de medidas em que visem a promover melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social e ao aumento de produtividade.(Art. 1º)
Módulo rural - consiste, em linhas gerais, na menor unidade de terra onde uma família possa se sustentar ou, como define a lei: lhes absorva toda a força de trabalho, garantindo-lhes a subsistência e o progresso social e econômico - e cujas dimensões, variáveis consoante diversos fatores (localização, tipo do solo, topografia, etc.), são determinadas por órgãos oficiais. Por estes critérios, uma área de várzea de meio hectare pode configurar, em tese, um módulo rural - ao passo que 10 hectares de caatinga podem não atingi-lo.
Minifúndio - Uma propriedade de terra cujas dimensões não perfazem o mínimo para configurar um módulo rural (nos exemplos anteriores, uma várzea de 0,2ha...)
Latifúndio - propriedades que excedam a 600 módulos rurais ou, independente deste valor, que sejam destinadas a fins não produtivos (como a especulação).

Seu objetivo
As metas estabelecidas pelo Estatuto da Terra eram basicamente duas: a execução de uma reforma agrária e o desenvolvimento da agricultura. Três décadas depois, podemos constatar que a primeira meta ficou apenas no papel, enquanto a segunda recebeu grande atenção do governo, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento capitalista ou empresarial da agricultura.  Ideologias à parte, a verdade é que o Estatuto foi elaborado por uma equipe de alto nível. Seus integrantes foram selecionados a dedo nas melhores universidades e institutos de pesquisa das áreas jus-agraristas e afins. Dela faziam parte nomes como os dos agrônomos Carlos Lorena e José Gomes da Silva, os juristas Messias Junqueira, Igor Tenório e Fernando Pereira Sodero, além de técnicos renomados de outras áreas. Essa equipe foi confinada num hotel de Brasília, e seu trabalho era acompanhado pessoalmente pelo presidente Castelo Branco. Disso resultou uma lei muito avançada para o seu tempo.
Senado Federal - Estatuto da Terra - Lei n. 4.504 de 30 de novembro de 1964
Senado Federal - Regulamentação do Estatuto da Terra - Decreto N. 59.566, de 14 de novembro de 1967
DOCUMENTAÇÃO OFICIAL:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4504.htm