POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO


na varanda

petunia

certeza

Quando a duvida lhe assaltar, mantenha firme seu coração, no desejo sincero de perseverar até o fim.
Se a magoa e a calunia lhe ferirem, não fique se lamentando inutilmente, gaste seu tempo em trabalhos construtivos, ajudando a todos que necessitam de seu auxilio.
Não se deixe desfalecer pelas dores !
Ao contrario, eleve seu pensamento confiante, pedindo socorro do Alto.
( minutos de sabedoria )

pessoas

...
A alma que aterra em olhos de azul
O ver errar teu capricho exul
No bosque enredo, nos nás que espalma
A árvore viva que é espírito e alma
E corpo e mente - do mar sem fim
(Iô Pã! Iô Pã!),...


O "Hino a Pã" é uma tradução do Hymn to Pan, do prefácio do livro "Magick in Theory and Practice", de Aleister Crowley. Esta tradução foi publicada em outubro de 1931 em "Presença", de F. Pessoa.



Aleister Crowley jogando xadrez com Fernando Pessoa

rir ou chorar ?


biblioteca digital mundial - UNESCO



A NOTÍCIA DO LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.
QUE PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!Já está disponível na Internet, através da pagina www.wdl.org
Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.Tem, sobretudo, caráter patrimonial" , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid,coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes:árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português.

Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".


Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.
Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado.
Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o PORTUGUÊS.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.


Como acessar a pagina global?

Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do site:


O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O sistema propõe as explicações em sete idiomas ( árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português ), embora os originas existam na sua língua original.


Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840.
Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos.

A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.


Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Médio Oriente.

Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.


A estrutura da BDM foi decalcada do projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.
Mas a importância que reveste esse site vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.



Sugestão do Dia: Plante e leia. Leia de tudo se possivel.



sabedoria


te amo

Sugestão do Dia(e de todos !): Beije muito, abrace muito ou lembre muito com carinho da sua Mãe, e plante.

ser mulher

Livro que através de poesias e contos expressa a coragem e a alegria de viver intensa e livremente. Plenamente. De ser mulher ao máximo. Apesar de toda polêmica que essa transparência e totalidade podem criar.
O livro pretende mostrar que vale a pena. Apesar de todos os riscos.





"Ser mulher no limite máximo dessa palavra, que tange e transcende o ato de ser humana"
"A vida é risco, mas nela arrisco toda a força do meu riso"
"Crio controvérsias por onde passo, mas os versos me perseguem" ( Natasha Treuffar )



Saiba + : Grito, Rito, Riso, Gozo

Sexo, curtir e compartilhar...

Prazer nas redes sociais é semelhante ao obtido com sexo e comida

Estudo com ressonância magnética diz que falar sobre si próprio ativa centro de recompensa no cérebro e libera dopamina

Foto: Getty ImagesMenino acessa o Facebook de um iPad: estudo mostrou que falar de si ativa determinadas áreas cerebrais
Publicar comentários sobre diferentes temas nas redes sociais provoca um prazer no cérebro semelhante ao obtido com a comida e o sexo, concluiu um estudo publicado nos Estados Unidos.
Falar sobre si próprio libera dopamina, substância química vinculada aos sentimentos de prazer ou à antecipação de uma recompensa, destacou o estudo, realizado por neurologistas e publicado na edição de 7 de maio das Atas da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS, na sigla em inglês).
Segundo os cientistas, a maioria das pessoas dedica de 30% a 40% de seu discurso a "informar os outros sobre suas próprias experiências subjetivas", mas nos meios sociais, este percentual chega a 80%.
"As pessoas fazem confidências tão voluntariamente porque falar de si próprio é, em si, um ato com determinado valor, como são as atividades que geram uma recompensa imediata, como comer ou fazer amor", explicaram os pesquisadores.
O estudo, que não mencionou o Facebook especificamente, se concentrou na resposta do cérebro das pessoas "à oportunidade de comunicar seus pensamentos e sentimentos aos demais."
"À medida que os seres humanos são motivados a revelar o que pensam, a oportunidade de divulgar o que se pensa é vivida como uma forte forma de recompensa subjetiva", escreveram Diana Tamir e Jason Mitchell, do laboratório de neurociência da Universidade de Harvard, em Massachusetts (nordeste).
Segundo os cientistas, o estudo sustenta a ideia de que os seres humanos, assim como fazem alguns outros primatas, deixam de lado algumas recompensas para obter uma forte resposta cerebral.
O estudo ofereceu aos participantes da pesquisa uma recompensa em dinheiro para responder a algumas questões factuais sobre coisas que observavam e uma recompensa menor para dar seus próprios pontos de vista sobre um tema.
Em muitos casos, os participantes preferiram uma recompensa menor a fim de poder falar de si próprio.
"Assim, como os macacos estão dispostos a renunciar a recompensas para ver seus companheiros de grupo dominantes e os estudantes universitários, a pagar para ver membros atraentes do sexo oposto, os participantes do estudo se mostraram dispostos a renunciar ao dinheiro para falar de si próprio", destacaram os cientistas.