POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO


gosto ingles

Pela primeira vez em 50 anos, suspense de Alfred Hitchcock fica à frente de obra-prima de Orson Welles em pesquisa do Instituto Britânico de Cinema entre críticos

Depois de mais de 50 anos, "Cidadão Kane" perdeu o posto de melhor filme de todos os tempos. No ranking promovido uma vez a cada década pelo British Film Institute (BFI), o instituto britânico de cinema, e publicado na revista Sight & Sound, o clássico de Orson Welles foi ultrapassado por "Um Corpo que Cai", suspense de Alfred Hitchcock estrelado por James Stewart e Kim Novak.

"Cidadão Kane" liderava a pesquisa realizada junto a especialistas de todo o mundo desde sua primeira edição, em 1962. Com um número recorde de participantes em 2012 (846 votantes, no total), o filme finalmente cedeu lugar a "Um Corpo que Cai", que havia ficado em segundo na edição anterior.
A ascensão comprova o prestígio crescente que a obra de Hitchcock ganhou ao longo do tempo. Ignorado pela crítica à época de seu lançamento, "Um Corpo que Cai" só apareceu pela primeira vez na pesquisa do BFI em 1982, em sétimo lugar. A partir daí, começou a galgar posições, até se tornar praticamente inquestionável.

Em terceiro lugar aparece "Era uma Vez em Tóquio" (1953), drama dirigido pelo mestre japonês Yasujiro Ozu. O curioso é que o longa-metragem lidera a votação promovida apenas entre cineastas, da qual participaram nomes como Francis Ford Coppola, Woody Allen, Martin Scorsese e Quentin Tarantino.

Entre os dez primeiros colocados do ranking da crítica, há três filmes mudos: "Aurora", do alemão F.W. Murnau; "Um Homem com Uma Câmera", de Dziga Vertov; e "A Paixão de Joana D'Arc", de Carl Theodor Dreyer. "O Encouraçado Potenkin" (1925), marco do cinema dirigido pelo russo Sergei Eisenstein, ficou de fora da lista pela primeira vez.

Veja abaixo os dez melhores filmes da história, de acordo com a pesquisa do British Film Institute.

1 - "Um Corpo que Cai" (1958), de Alfred Hitchcock
2 - "Cidadão Kane" (1941), de Orson Welles
3 - "Era uma Vez em Tóquio" (1953), de Yasujiro Ozu
4 - "A Regra do Jogo" (1939), de Jean Renoir
5 - "Aurora" (1927), de F.W. Murnau
6 - "2001: Uma Odisséia no Espaço" (1968), de Stanley Kubrick
7 - "Rastros de Ódio" (1956), de John Ford
8 - "Um Homem com Uma Câmera" (1929), de Dziga Vertov
9 - "A Paixão de Joana D'Arc" (1927), de Carl Dreyer
10 - "8 ½" (1963), de Federico Fellini

... Blade Runner, Muito Alem do Jardim, Houve uma Vez um Verão, Os Passaros, Festim Diabolico, Guerra nas Estrelas, O Senhor dos Aneis, O Senhor das Armas, O Violino Vermelho, ...

às letras


Monja Coen e as motos




Palavras de sabedoria da Monja Coen sobre as motocicletas

Monja Coen: a sabedoria budista e as motos

Para quem ainda não teve a oportunidade de ler a entrevista que a Monja Coen, líder da Comunidade Zen Budista do Brasil, concedeu à Claudia Baptista de Souza, aqui vão os melhores momentos:

"Quilometro por quilometro, instante por instante. A moto tem muito isso, você tem de estar inteiro, com atenção permanente. Você e a moto tem de se tornar um corpo só, e não uma dualidade. Se você pensar que é você e a moto, você cai. Tem de pensar que é uma coisa só. E prestar muita atenção porque você está em contato com o vento, sem proteção. Justamente por isso, seu estado de alerta tem de ser maior.

As pessoas estariam mais saudáveis se andassem de moto porque é necessário um controle – e isso faz muito bem para o corpo e para a mente. A moto exige muita consciência.

O que a moto tem de similar com a meditação é que você não pode ficar guiando a moto divagando, pensando em problemas e dificuldades. Tem de esvaziar a mente, e isso não significa ficar sem nada na mente, e sim estar com ela aberta para as inúmeras possibilidades.

Eu costumo dizer que a plena atenção, na meditação, é como uma lente grande-angular, que não tem foco único, mas está aberta a todas possibilidades. Ela não vai focar somente você, e sim todo o ambiente ao seu redor. E mesmo assim você estará em foco perfeito. Este é o foco que a moto exige: o foco do meu caminho, da direção e de tudo que há à volta.

A moto é como a vida. É ela que diz a você quando mudar a marcha, você não escolhe. Tem de ficar em sintonia com ela. E essa é a sintonia que a gente tem de ter com a vida. Quando é que eu não posso acelerar? Quando é que devo ir mais devagar? A moto é uma filosofia de vida. Se você não ouvir e sentir, cai. Existe uma frase no budismo que diz assim: "Vá reto por uma estrada cheia de curvas". As pessoas pensam que você vai entrar na curva e se matar, mas não é nada disso. Seja macio na curva, seja a curva quando ela aparece. E isso a moto ensina, a ser flexível."

Monja Coen foi uma das primeiras mulheres a guiar uma moto no Brasil e a única a comandar um templo budista. Independentemente de nossa religião, as palavras acima são de grande valia para todos nós.

Fonte: Texto publicado originalmente por Giovanni Guida Júnior em seu blog. Giovanni Guida Junior é advogado, proprietário de corretora de seguros, amante de Harley-Davidson e criador do blog
harley-davidsongroup.blogspot.com


arte critica

às suas raias...

orquideoterapia

como plantar orquídeas em árvores

Garantir a presença de nutrientes dentro do suporte é uma das prioridades na hora de fixar

Cultivar orquídeas é uma tarefa que não exige muito esforço, apesar disso, se a ideia for colocá-la em uma árvore, os cuidados iniciais podem aumentar. Durante a fase de adaptação, o importante é garantir que a planta tenha como obter nutrientes. Para que isso ocorra, o substrato próximo às raízes deve ser mantido no suporte preso à árvore.

































Material necessário:

1 Placa de fibra de coco
6 Pregos (tamanho 17 x 21)
1 Martelo comum
1 Tesoura
1 Par de luvas de vinil
1 Orquídea phalaenopsis



A importância de não deixar as raízes expostas sem nutrientes se justifica porque a orquídea demora, em média, dois meses para se fixar no tronco. Mas os cuidados também devem ser voltados para a quantidade de regas, sempre observando as características de cada planta e o clima local.

Na hora de escolher a árvore, o ideal é selecionar espécies com troncos rugosos - para facilitar a fixação da orquídea - e de, no mínimo, 60 centímetros de diâmetro. Entre as mais indicadas estão árvores frutíferas e espécies como Salix babylonica (chorão), Delonix regia (flamboyant), Ficcus spp. (falsas seringueiras) e Chorisia speciosa (paineira).

Quanto à luminosidade ideal para o cultivo, uma maneira de “regular” a incidência de luz é observar o tamanho da copa antes de amarrar a planta. Copas pequenas e de poucas folhas favorecem o crescimento de espécies que necessitam de bastante sol (cattleya, dendrobium, laelia, vanda, catasetum e cyrtopodium). Já as árvores mais frondosas atendem às necessidades das flores típicas de meia sombra (miltonia, oncidium e phalaenopsis).



Como plantas epífitas, as orquídeas conseguem se desenvolver sobre outras espécies e dispensam adubação periódica, já que se nutrem de materiais em decomposição presentes nos troncos.

Outro ponto que merece atenção ao cultivar em árvores é o material do suporte. Placas de fibra de coco ou ainda cachepôs prontos são boas opções, mas também dá para fazer o cultivo colocando a planta dentro da própria bifurcação do tronco.
Depois que a orquídea estiver fixada – com raízes presas à casca e musgos encobrindo a superfície – será chegada a hora de retirar o suporte. Mas fique atento porque formigas podem atacar a planta e, para que isso não ocorra, aplique um formicida cerca de 20 centímetros ao redor da árvore. Siga as orientações e bom plantio!

Sugestão do Dia:Plante um pé de sorrisos e colha alegria

alem do olhar

show de filmagem feita com super camera

absurdo


boatos criam temor sobre destruição de pirâmides egípcias

Não há sinais de que rumores sobre planos do governo islâmico de destruir monumentos antigos sejam verdadeiros

O quê? Os novos líderes islâmicos do Egito querem destruir as Grandes Pirâmides do país, raspar as imagens das máscaras mortuárias dos faraós e até mesmo remover o sorriso que resta na face da Esfinge? Quem lê muitos blogs estadunidenses de direita pode pensar que sim, embora não exista nenhum sinal de tal vontade islâmica de destruir monumentos do Egito antigo.






Mas o temor causado é um exemplo de como um rumor, especialmente sobre um lugar tumultuado como o Egito atual, pode ganhar vida própria – alimentado por uma notícia, um post no Twitter e uma ou duas coincidências convenientes.

A alegação de que os radicais islâmicos tinham solicitado ao presidente Mohammed Morsi que demolisse as pirâmides - em nome da aversão muçulmana aos artefatos do paganismo - aparentemente começou com um artigo publicado no dia 30 de junho na Rose el-Youssef, uma revista egípcia que durante anos foi um veículo essencial para Hosni Mubarak, o antecessor deposto de Morsi.
A revista citou um comentário feito via Twitter no dia 24 de junho por um proeminente xeque do Bahrein, Abdellatif al-Mahmoud, que solicitava que Morsi "conseguisse concretizar o que o Sahabi Amir bin al-As não conseguiu" e destruir as imagens "idólatras" das pirâmides. A referência foi feita ao companheiro do profeta Maomé, que conquistou o Egito, embora os estudiosos do Islã tenham dito que ele nunca sequer tentou destruir as pirâmides.

No dia 12 de julho, alguém que reivindicava ser o xequehavia repudiado o comentário feito no Twitter dizendo que não passava de um golpe. "Esse comentário não foi escrito por mim e é bem provável que os traidores criaram tudo isso para distorcer minha imagem", disse Mahmoud - ou melhor, o usuário @amahmood2011, que afirma ser Mahmoud.
No entanto, se @amahmood2011 realmente é o xeque, alguns de seus comentários no Twitter são um tanto quanto estranhos, como quando ele afirmou que havia tido uma visão do profeta em um sonho e que ele havia ganhado permissão para apertar as mãos das mulheres. Não foi possível localizar o verdadeiro Mahmoud para comentar o assunto.

"As coisas que os americanos dizem nos mostram que eles são loucos", disse Abdel Nur Halim el-Din, um professor egípcio de antiguidades e ex-presidente do Conselho Supremo de Antiguidades do país.

Uma publicação em um blog chamado American Thinker (Pensador Americano, em tradução literal) dizia que "ninguém deveria se surpreender com a vontade dos fanáticos de explodir monumentos que tem cerca de 5,5 mil anos", criando assim uma enorme polêmica.

A revista Commentary (Comentário, em tradução literal) foi mais contida, mas demonstrou sua preocupação: "O fato de uma ideia maluca como esta ser capaz de ganhar voz em qualquer mídia árabe ou site islâmico deveria ser motivo de preocupação, dados os seus antecedentes."

Estes antecedentes são coisas como a recente destruição de monumentos antigos por radicais islâmicos em Timbuktu, que tomaram conta do norte de Mali e consideraram a região anti-islâmica, e a destruição de estátuas de 1,5 mil anos de Buda esculpidas em um penhasco na região central do Afeganistão pelo Taleban, em 2001. Mas, em geral, a história da pirâmide não causou tanto impacto assim.

Um programa de televisão egípcio mencionou o ocorrido, mas apenas para denunciar o xeque saudita Ali Al Rabieei, que havia sido citado em uma reportagem como o futuro destruidor das pirâmides. O xeque repudiou as declarações atribuídas a ele e ofereceu uma recompensa para quem lhe disser quem foi o responsável pelas declarações feitas em seu nome em duas contas supostamente falsas no Twitter.

"Estes boatos procuram danificar a imagem do Egito e a imagem de Morsi", disse Nur el-Din. Ele afirmou que Morsi havia garantido aos funcionários de turismo do Egito de que as antiguidades do país não estavam em perigo de serem danificadas pelo novo governo.


Em janeiro de 2011, o xeque Abdel Moneim el-Shahat, o porta-voz do Movimento de Pregação Salafista, disse que a questão das antiguidades do Egito era simplesmente um problema teológico e sugeriu uma solução: cobrir as cabeças das antigas estátuas egípcias com cera. Isto faria com que elas continuassem ali fisicamente, mas que tecnicamente seus rostos fossem"apagados". "Eu faria algo que combinasse adesão religiosa, mas permitisse que as antiguidades continuassem existindo como monumentos históricos", disse ele em um programa de televisão.

Então, em agosto do ano passado, Shahat foi convidado a explicar a diferença entre seu plano e a destruição dos Budas por parte do Taleban, que ele claramente se absteve de criticar.

"Quando isso aconteceu, o Taleban estava no poder ", disse ele, enquanto que os salafistas no Egito não estão. Um vídeo dessa entrevista foi publicado no YouTube.

Na semana passada a história ganhou vida com um comentário feito por Joel Brinkley, professor da Universidade de Stanford e ex-correspondente do The New York Times, no site de notícias Newsday.

"Morsi se tornou presidente do Egito há menos de um mês e já existem clérigos em seu país e ao redor do mundo islâmico pedindo a demolição das pirâmides", escreveu Brinkley. "Morsi não teve nada a dizer sobre isto, nem sequer uma palavra", acrescentou.
Ahmed Sobeai, um porta-voz do Partido para Liberdade e Justiça, um partido político da Irmandade Muçulmana, respondeu: "O doutor Morsi não pode responder por algo que não aconteceu."

Sobeai disse que tudo isso era apenas 'uma tentativa de fabricar uma crise a partir de uma ilusão'."As pirâmides, disse ele, estão seguras".


Por Rod Nordland e Mayy El Sheikh



em cantos de Gaia

Sol, Piramides e o Egito....tudo de bom

rir ou chorar ?


direções



Contaram que um homem estava dirigindo o seu carro por uma estrada deserta com a suspeita de estar perdido, desconfiava estar indo na direção errada.

Ele viu um mendigo andando, então parou o carro e perguntou-lhe: "É esta a estrada que leva a Delhi?". O mendigo respondeu: "Eu não sei". Então o homem perguntou: "É esta a estrada que leva a Agra?". O mendigo respondeu: "Eu não sei".

O motorista, que já estava irritado, tornou-se ainda mais irritado e disse ao mendigo com raiva: "Então você não sabe nada". O mendigo riu e disse: "Só que eu não estou perdido".

Assim, a questão não é saber, a questão é se você está perdido ou não. O mendigo disse: "Mas eu não estou perdido. Se eu sei ou não sei não importa".

Quando você está perdido, um mapa é necessário, o conhecimento é necessário, um livro é necessário. Quando você não está perdido, para que carregar um livro, um mapa?

Para alguém iluminado, qualquer lugar é o seu objetivo. Onde quer que ele esteja, lá é o objetivo. Quando você se dá conta de que você é a sua meta, você não pode estar perdido.

O mendigo não está perdido. Por quê? Porque ele não vai para Delhi, ele não vai para Agra, ele não vai a lugar nenhum. Onde quer que ele chegue, lá é a sua meta.

Ele não está perdido porque ele não está se mudando para nenhuma direção; ele não está perdido porque não tem nenhuma meta.

Osho, em "Um Pássaro em Voo: Conversas Sobre o Zen"