POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO


salve Maria


12 de Outubro comemoração de Nossa Senhora da Conceição Aparecida padroeira do Brasil

paixão e compaixão


Nós sabemos o que é paixão; por isso não é muito difícil entender o que a compaixão poderia ser.

Paixão significa um estado de febre biológica - ela é quente, você fica quase possuído por energias biológicas inconscientes. Você não é mais senhor de si mesmo, é só um escravo.

Compaixão significa que você transcendeu a biologia, que você transcendeu a fisiologia. Você não é mais um escravo, você se tomou um mestre. Agora você vive conscientemente.

Não é mais dirigido, puxado para lá e para cá por forças inconscíentes; você pode decidir o que quer fazer com as suas energias. Você é totalmente livre. Portanto, a mesma energia que se torna paixão é transformada em compaixão.

Paixão é luxuria, compaixão é amor. Paixão é desejo, compaixão é ausência de desejo. Paixão é ganância, compaixão é compartilhar. A paixão quer usar o outro como um meio, a compaixão respeita o outro como um fim em si mesmo.

A paixão mantém você preso à terra, ao lodo, e você nunca se toma um lótus. A compaixão faz de você um lótus. Você começa a se elevar acima do mundo lodoso dos desejos, da ganância, da raiva. A compaixão é a transformação das suas energias.

Normalmente você vive disperso, fragmentado. Um pouco de energia é absorvida pela sua raiva, outro tanto é absorvido pela sua ganância, outro tanto pela sua luxúria e assim por diante.

E existem tantos desejos à sua volta que você fica sem energia nenhuma; você acaba oco, vazio.

Lembre-se do que disse William Blake - há uma grande sabedoria nisto -; ele disse: "Energia é alegria". Mas não lhe resta nenhuma energia; toda a sua energia vive descendo pelo ralo.

Quando todas essas energias não são mais desperdiçadas elas começam a encher o seu lago interior, o seu ser interior. Você fica repleto. Uma grande alegria brota em você. 


Quando começa a transbordar, você se toma um buda e passa a ser uma fonte inesgotável.

Só quando for um buda você provará o que é a compaixão. A compaixão é um amor sereno - não frio, veja bem - sereno. É um compartilhar da sua alegria com toda a existência.

Você passa a ser uma benção para si mesmo e uma bênção para toda a existência. Isso é compaixão. A paixão é uma maldição, a compaixão é uma bênção.


Osho, em "Compaixão: O Florescimento Supremo do Amor"

pertinho

Asteroide passará próximo à Terra nesta sexta-feira

Um asteroide de 22 m de diâmetro deve passar muito próximo a Terra nesta sexta-feira, 12. Denominado 2012 TC4, ele estará a 76 mil km planeta, distância considerada pequena em termos espaciais.

Segundo Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a rocha passará a uma velocidade 72 mil km/h. Devido sua aproximação com a Terra, o asteroide pode sofrer alteração em sua órbita. O astrofísico garante que o objeto não apresenta perigo, uma vez que, se acabar colidindo com o planeta, se desintegrará com o impacto.

Descoberto na última quinta-feira, 4, o 2012 TC4 já passou próximo da Terra antes. Por sua órbita circular perto do sol, em 2010 esteve a uma distância de 35 milhões de km do nosso planeta.

imaginarium


midiapulação


O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas 
distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO


Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO


Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE


Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…


9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


Sugestão do Dia: Plante e acorde.

não duvide


o futuro ontem

impressionante esse comercial, feito em 1954 (há 58 anos atrás), prevendo o futuro. Naquela época, as pessoas deveriam achar que era “viagem” da General Eletric.

Sugestão do Dia: Plante e viva o hoje, agora.