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não humanos

Índia declara golfinhos “pessoas não-humanas”

O Governo proibiu que os golfinhos fossem mantidos em cativeiro e usados em qualquer espectáculo no país.

O ministro do Ambiente da Índia declarou que os golfinhos devem ser vistos como “pessoas não-humanas” e proibiu que estes sejam mantidos em cativeiro ou usados em espectáculos de entretenimento.

O político justificou a decisão com o facto de as investigações científicas mostrarem que os golfinhos possuem um nível de inteligência superior à de outros animais.

“Muitos cientistas que pesquisaram o comportamento dos golfinhos acreditam que eles possuem um nível de inteligência invulgarmente alto”, afirmou o ministro.

Para o responsável pela pasta do Ambiente na Índia, “comparativamente aos restantes animais, os golfinhos deviam ser vistos como ‘pessoas não-humanas’ e, como tal, ter os seus próprios direitos, por isso é moralmente inaceitável mantê-los em cativeiro com objectivos de entretenimento”.

Sugestão do Dia: Plante e deixe os bichos vivos e soltos.


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Borondo - Paris / França

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Nos dias 27, 28 e 29/08 vai acontecer o 4º Encontro Internacional de Grupos de pesquisa: “Convergências entre Arte, Ciência e Tecnologia & Realidades Mistas” – LATITUDES ↔ ATITUDES. 

O objetivo do evento é compartilhar e discutir pesquisas em Arte, Ciência e Tecnologia com pesquisadores de grupos da UNESP e USP. 

Este ano, contaremos com a presença de representantes de outros grupos de pesquisa, da China, Coréia do Sul e África do Sul. 

A programação e os resumos das apresentações você encontra em: 
http://issuu.com/grupocat 
em Ia Unesp.

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Sugestão do Dia: Plante, e deixe que as pessoas admirem o seu jardim...

mais que comercial

Um espetáculo, a criação da agência japonesa Drill para promover o aparelho celular NTT DoCoMo SH-08C, que tem base de madeira. A agência criou um xilofone gigante no meio da floresta para o filme e, ao que consta, o som do xilofone fazendo "Jesus, alegria dos homens" da cantata nº 147 de Bach", é real. O projeto levou 4 dias para ser filmado.