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Cientistas renomados alertam: é provável que um herbicida da Monsanto cause câncer. É incrível, mas os reguladores brasileiros ainda não sabem muito bem como reagir à notícia e a Monsanto está fazendo de tudo para fazer a OMS voltar atrás! Apenas uma grande mobilização popular pode forçar a proibição deste veneno. Junte-se ao apelo urgente:

ASSINE A PETIÇÃO
Caros amigos do Brasil,

Os maiores cientistas do mundo lançaram um alerta: o herbicida mais utilizado no planeta provavelmente causa câncer! A Monsanto, produtora do herbicida, está exigindo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) volte atrás sobre o alerta e, segundo especialistas, a única maneira de garantir que a ciência não seja ignorada é com pressão popular por ações imediatas das autoridades.

O sistema que regula agrotóxicos é conhecido por ser sigiloso e influenciado pela indústria de produtos agroquímicos, mas temos um momento único para agir: o uso do herbicida "glifosato" está sendo reavaliado no Brasil, e há processos semelhantes em andamento nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Na Holanda, Sri Lanka e El Salvador, os reguladores já pensam até em proibir o produto.

A ameaça é clara: este veneno é usado em nossos alimentos, campos, áreas de lazer e ruas. Vamos suspendê-lo. Assine a petição urgente e espalhe a notícia:

https://secure.avaaz.org/po/monsanto_dont_silence_science_br/?bblrXbb&v=57299

Monsanto está em pé de guerra. O glifosato é a base do Roundup, um dos principais herbicidas do império de produtos geneticamente modificados da empresa, e gera US$ 6 bilhões por ano. A Monsanto diz que o alerta da OMS ignora estudos que mostram que o glifosato é seguro. Entretanto, os cientistas que fizeram o relatório são os melhores da área – são 17 dos melhores especialistas em oncologia do mundo, e não um bando de loucos! Eles revisaram estudos independentes, com exceção de pesquisas feitas pelas próprias empresas que buscam aprovar seus produtos.

Já os reguladores, por outro lado, baseiam-se principalmente em testes feitos pelas empresas vendedoras dos venenos! Além disso, resultados importantes são mantidos em segredo, pois contêm "informações comerciais confidenciais", e, no Brasil, a influência dos lobistas e os orçamentos apertados das agências reguladoras limitam a capacidade do país para aplicar a regulamentação dos agroquímicos. É justamente por isso que depende de todos nós garantir que este relatório independente – e importantíssimo – não seja ignorado. Alguns países já começaram a proibir o glifosato. Agora com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, União Europeia, Canadá e o Brasil também estão reavaliando o seu uso, temos uma chance única de virar o jogo.

Há cinquenta anos, o pesticida DDT da Monsanto era usado em toda parte, até que o famoso livro "Primavera Silenciosa" mostrou que o DDT poderia causar câncer. Uma década depois, o veneno foi banido. Se o glifosato também pode nos matar, não vamos permitir que seja vendido por mais dez anos. Vamos exigir medidas de precaução emergenciais agora mesmo. Junte-se agora e espalhe a notícia:

https://secure.avaaz.org/po/monsanto_dont_silence_science_br/?bblrXbb&v=57299

Não é a primeira vez que fazemos isso: na União Europeia, ajudamos a conseguir uma moratória contra neonicotinóides matadores de abelhas e a deter uma mega-fábrica de sementes da Monsanto na Argentina. Agora vamos proteger nossa saúde e garantir que não estamos sendo usados como ratos de laboratório. Este pode vir a ser um momento de avanço na luta pela agricultura segura e sustentável que o nosso mundo precisa.

Mais informações:

Joana Colussi: uso de glifosato será reavaliado pela Anvisa (Zero Hora)
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/campo-e-lavoura/noticia/2015/04/joana-colussi-uso-de-glifosato-sera-reavaliado-pela-anvisa-4736110.html

Glifosato na mira (Ciência Hoje)
http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/glifosato-na-mira

Monsanto: 25 doenças que podem ser causadas pelo agrotóxico glifosato (Carta Maior)
http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Meio-Ambiente/Monsanto-25-doencas-que-podem-ser-causadas-pelo-agrotoxico-glifosato/3/32891

OMS diz que o herbicida mais vendido em Portugal pode causar cancro (Esquerda.net)
http://www.esquerda.net/artigo/oms-diz-que-o-herbicida-mais-vendido-em-portugal-pode-causar-cancro/36355

ESPECIAL - Porque o Brasil é um mercado fértil para agrotóxicos proibidos (Contra os Agrotóxicos)
http://www.contraosagrotoxicos.org/index.php/noticias/41-agrotoxicos/491-especial-porque-o-brasil-e-um-mercado-fertil-para-agrotoxicos-proibidos

Fontes em inglês:

Novo estudo aponta relação entre herbicida glifosato e câncer (FT)
http://www.ft.com/cms/s/0/8b79a572-cf14-11e4-893d-00144feab7de.html#axzz3XOmCcv9c

Monsanto busca revogar o relatório que relaciona herbicida a câncer (Reuters)
http://in.reuters.com/article/2015/03/24/monsanto-herbicide-idINL2N0WP0UM20150324




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pessoas

A ONG internacional TETO preparou um impactante ensaio fotográfico para conscientizar sobre a extrema pobreza no Brasil.

As imagens retratam pessoas de uma comunidade carente de Guarulhos (SP), próxima ao aeroporto internacional. Elas seguram cartazes com manchetes de sites sobre celebridades, com ~notícias~ como o famoso que estaciona o carro ou a artista que é vista comendo pastel.

A ideia é comparar a baixa visibilidade que a imprensa dá para a miséria no País com a alta repercussão midiática de qualquer bobagem na rotina de artistas:


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O diretor comercial da TETO, Pedro Oliveira, explicou ao Brasil Post o propósito da ação:
“Queremos evidenciar a pobreza no Brasil. Só conhecemos a fundo essa realidade quando colocamos o pé na lama e visitamos as favelas e comunidades, como fazemos todo fim de semana.”
A série de fotos pavimenta o caminho para a campanha #TETOColeta, que ocorre de 22 a 24 de maio.

Além de escancarar a realidade enfrentada pelos pobres no Brasil, a ONG vai aproveitar esses três dias para divulgar as suas realizações no Brasil e também recrutar voluntários.

Pedro Oliveira detalha ações da TETO:

“Nós trabalhamos com a superação da pobreza, por meio do desenvolvimento das comunidades. É um trabalho em conjunto com os moradores delas. Não ficamos atrás de uma mesa num escritório. A gente faz a identificação de um problema, a identificação de uma solução e a implementação dela. Tudo feito coletivamente, com voluntários do projeto e os moradores das comunidades.”
Um dos principais projetos, que mobilizam mais voluntários, é a construção de moradias de emergência para famílias muito pobres.

As imagens abaixo detalham o processo de transformação da paisagem urbana dacomunidade Dois Palitos, em Embu das Artes, na Grande São Paulo: antes da intervenção da Teto, durante a ação e com o projeto concluído.

“Temos projeto de casa pré-moldada de madeira para as comunidades, feito por engenheiro e arquiteto. O processo demora meses: selecionar as famílias, organizar espaços, comprar e entregar materiais. A construção por si [da casa popular] dura só dois dias. É um mutirão com voluntários e a própria família beneficiada. Todos pegamos no martelo.”
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O diretor conta que a TETO articula com as subprefeituras de São Paulo para buscar os bairros de periferia onde há demanda por esse tipo de suporte habitacional.

A ONG também desenvolve projetos no Rio de Janeiro, na Bahia e no Paraná.

Pedro Oliveira espera que, durante a TETOColeta, consiga engajar mais pessoas a participar como voluntárias. E a escrever histórias de superação — dos outros e delas próprias.

“Há quatro anos e meio, fui a uma atividade do TETO. Meu primo era voluntário, insistiu muito que eu fosse, e eu fui muito por curiosidade. Construímos uma casa em dois dias. Foi uma experiência tão transformadora que eu não larguei mais. Hoje durmo feliz e triste com as coisas que eu escuto e vejo nas favelas que visitamos todo fim de semana.”
O aprendizado do voluntariado é perene.
“A indignação de ver a realidade da extrema pobreza, com os próprios olhos, sentindo o cheiro e vivendo na pele, não te faz esquecer dessas cenas nunca mais. O contraponto é a energia que sai desse trabalho em conjunto, os aprendizados, dos voluntários e das famílias dessa realidade bem diferente da nossa.”
A ONG também aceita doações.
Mais informações no site da campanha.
23/4/2015Geledés Instituto da Mulher Negra
fonte #TetoColeta