POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO


plante



lirio amarelo                                                                     
Mesmo na correria é possível ter um lindo jardim em casa. Basta escolher plantas que não exijam muitos cuidados. 


begonia

Quando a ideia for plantar em vasos, os especialistas alertam para o tamanho da planta, já que quanto menor, menos reservas de água e de nutrientes ela terá e mais trabalhoso será o cultivo. No geral, isso também vale para o tamanho do vaso, pois os maiores oferecem grande quantidade de reservas.


ripsalis

Fazer o cultivo em vasos de espécies como as palmeiras ráfis e chamaedórea e as plantas zamioculca e pacová pode ser uma boa alternativa para quem dispensa trabalho. A vantagem destas plantas é que não exigem muita luz e nem precisam ser regadas diariamente. Outras espécies bastante resistentes são as dracenas e os antúrios, que convivem sem problemas na sombra e não exigem muito cuidado.



hortelã

Para quem gosta de plantar ervas em casa, a hortelã é a espécie que dá menos trabalho. Ela não precisa de muito sol, porém, deverá ser regada ao menos uma vez por semana. A hidrocultura é também uma opção interessante aos muito ocupados. Entre as plantas que se adaptam melhor a esta forma de cultivo estão a comigo-ninguém-pode e pau-d’água, espécies que não precisam ficar diretamente expostas ao sol.

olhando pra cima

mentes secas

é possivel?

Em 1972, o cientista John Calhoun elaborou um assustador experimento com ratos que pode prever o fim da humanidade.

Será esse o fim da humanidade?
Desde décadas atrás, pesquisadores vêm alertando sobre os riscos à humanidade que a superpopulação pode trazer. E de volta em 1972, o cientista John Calhoun elaborou um famoso experimento com ratos. Ele construiu um paraíso para os animais – um grande cenário com edifícios e alimentos ilimitados. De início, o cientista introduziu apenas 8 ratos a população. Dois anos depois, um inferno surgiu.
O enorme cenário, conhecido como Universo 25, foi feito com o objetivo de ser uma utopia roedora. Mas com o passar do tempo, a caixa, com suas rampas que iam até os apartamentos, foi ficando superlotada. No dia 560 do experimento, a população era de 2.200 animais. Foi o auge. Daí em diante, a população foi diminuindo até ser extinta. Por que isso aconteceu?
No auge da população roedora, os raros passavam todo instante com centenas de outros colegas. Se reuniam nas principais praças para serem alimentados, e não era difícil os ver se atacando. Poucas fêmeas conseguiam dar a luz, e as que faziam simplesmente abandonavam seus filhotes.
Chegou um momento que os ratos não faziam nada além de comer ou dormir. Quando a população foi diminuindo, os sobreviventes perderam totalmente seus comportamentos sociais, como ter relações sexuais ou cuidar da prole.

Aplicando à realidade

Será que a humanidade pode ter o mesmo fim? O controverso experimento na época foi algo assustador, pois concluiu que se a fome não matar todo mundo, os indivíduos da espécie vão se destruir mutuamente.
Agora, um estudo recente resgatou da memória o Universo 25 e concluiu que, no geral, o cenário não era superlotado. Os apartamentos em cada corredor dos edifícios tinham somente uma entrada e saída, o que os faziam fáceis de se guardar. Isso fez com que os machos territoriais limitassem o número de animais em cada apartamento, o que fazia superlotar o restante da caixa.
Portanto, ao invés de superpopulação, cientistas agora argumentam que o Universo 25 possuía um problema de distribuição, algo que, segundo os pesquisadores, também pode acontecer com os humanos, que são exímios em desigualdade.
 E você, acredita que esse experimento assustador pode ser uma prévia do que vai acontecer com a humanidade?
io9

nova geografia

O cientista Andres Cozar Cabañas concebeu um novo mapa do qual a geografia e a biologia terão que lidar nas próximas décadas, o mapa de plásticos nos oceanos, um presente da humanidade ao nosso planeta.


iconoclastia incendiaria

100 preconceitos