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ar extra
Respirador Minúsculo Cura o Ronco e Ajuda Pessoas com Apnéia

Um gadget que acaba com o ronco. Você encaixa um aparelhinho, que mede 5x3 cm e pesa 25 gramas, no nariz e vai dormir. Ele tem 2 microventiladores que sopram ar nos seus pulmões ao longo da noite, auxiliando na respiração. Impede o ronco - e também evita casos de apnéia.
O respirador chamado Airing facilita a entrada de ar no organismo do paciente enquanto ele dorme. O produto, segundo seus desenvolvedores, pode funcionar por mais de 8 horas, caso a pessoa durma mais que isso.
sonoticiaboa
Um gadget que acaba com o ronco. Você encaixa um aparelhinho, que mede 5x3 cm e pesa 25 gramas, no nariz e vai dormir. Ele tem 2 microventiladores que sopram ar nos seus pulmões ao longo da noite, auxiliando na respiração. Impede o ronco - e também evita casos de apnéia.
O respirador chamado Airing facilita a entrada de ar no organismo do paciente enquanto ele dorme. O produto, segundo seus desenvolvedores, pode funcionar por mais de 8 horas, caso a pessoa durma mais que isso.
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pra pensar
Médica geriatra lista os 5 maiores arrependimentos no fim da vida
A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware.
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse. “Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto. “Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos. “Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos. “Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz. “Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”
Os outros arrependimentos, citados pela enfermeira australiana são, ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.
dicascaseiras
A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware.
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse. “Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto. “Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos. “Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos. “Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz. “Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”
Os outros arrependimentos, citados pela enfermeira australiana são, ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.
dicascaseiras
Ikonoklasta
“Isto é a minha nota de suicídio a meus pais/ Amo-os muito, desculpem, mas não aguento mais/ Cada dia que passa minha vida perde a importância/ Cada dia que passa morre um pouco a esperança./ Culpado da miséria no país não é só um/ mas o principal, não é segredo, chama-se Zedu./ És um pedaço de ferro, mano, frio e inanimado/ O teu coração, se tens algum, bate do outro lado”.
Escritos há três anos, os versos da música “Sou um kamikaze angolano e esta é a minha missão”, de Luaty Beirão, parecem ter sido compostos no mês passado, quando o rapper decidiu começar a greve de fome que pode levá-lo à morte. Decisão que não foi tomada apenas por ele, mas pelo grupo de ativistas presos do qual faz parte, tão logo completaram 90 dias de detenção.
— A greve de fome foi uma decisão tomada em grupo — conta o radialista e músico Pedro Coquenão, que conheceu Luaty ao dividir com ele a programação de uma rádio em Luanda, sendo hoje seu melhor amigo. — O principal objetivo é a propagação da mensagem. Ele acatou. Outros também entraram, mas já desistiram. Só ele resiste agora.
Fosse pelas letras de música ou, como agora, pelo próprio corpo, a resistência de Luaty sempre pareceu sobressair-se à dos outros.
Certa vez, em 2011, quando ainda usava o codinome “Ikonoklasta”, ele se apresentava em um festival de rap em Luanda, quando identificou na plateia, entre 3 mil pessoas, Eduane Danilo dos Santos, o filho do presidente de Angola. Não titubeou ao provocá-lo: “Senhor Danilo, vai dizer ao teu papá: não queremos mais ele aqui! Trinta e dois (anos de regime) é muito. É muito!”, esbravejou, entre outros desaforos. Foi obrigado a pedir desculpas públicas dias depois.
Desta vez, no entanto, ele não dá sinais de que vá recuar.
— A coragem, para mim, neste caso, tem mais a ver com a inevitabilidade de fazer as coisas de outra forma. Conhecendo o Luaty como eu o conheço, sei que não faz o menor sentido parar a greve de fome, mesmo com a data do julgamento sendo marcada. Só agora o objetivo dele está sendo plenamente atingido — diz Pedro, à saída do hospital, onde vai diariamente com os irmãos, mulher e filha de Luaty levar cartas de apoio.
Henrique Luan da Silva Beirão nasceu em 1981, em uma família ligada ao MPLA (o pai, João Beirão, foi diretor da Fundação Eduardo dos Santos).
Formou-se em Engenharia Eletrotécnica em Plymouth, na Inglaterra. Foi lá, aos 22 anos, que participou da primeira de suas manifestações, contra a guerra no Iraque. Depois cursou Economia na França, onde as ideias ativistas ventilaram em sua cabeça com mais força.
De volta a Luanda, começou a participar de movimentos contra o governo de José Eduardo dos Santos com outros músicos — como já compunha raps desde os 13 anos (sempre manifestou adoração pelos Racionais MCs), assumiu a alcunha “Ikonoklasta” e tornou-se um dos mais contundentes críticos do regime.
Mariana Filgueiras
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