POR UM PLANETA CONSCIENTE E VIVO
joia rara
"Unicórnio asiático"
continua sendo mistério
para cientistas
Saola, descoberto há 20 anos, é tão raro que ainda não foi possível estudá-lo em estado selvagem
O saola, um mamífero parecido com o antílope que habita as selvas fronteiriças entre o Laos e o Vietnã, ainda é um mistério para a comunidade científica duas décadas após seu descobrimento.
"É um animal extremamente reservado. Os cientistas ainda não puderam estudá-lo em estado selvagem apesar de habitarem em uma área reduzida e os capturados não conseguiram sobreviver", disse Nick Cox, diretor do Programa de Espécies do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para a área do Grande Mekong, em um comunicado divulgado na semana passada.
"É um animal extremamente reservado. Os cientistas ainda não puderam estudá-lo em estado selvagem apesar de habitarem em uma área reduzida e os capturados não conseguiram sobreviver", disse Nick Cox, diretor do Programa de Espécies do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para a área do Grande Mekong, em um comunicado divulgado na semana passada.
As primeiras provas de sua existência datam de 1992, quando um grupo de exploradores do WWF e do Ministério de Florestas vietnamita encontrou a ossada de um exemplar que não reconheceram na choça de um caçador local na reserva nacional de Vu Quang, no Vietnã, perto da fronteira com o Laos.
O crânio, estranhamente longo para as espécies conhecidas e com dois chifres longos e retos, representava a descoberta de um novo mamífero em mais de 50 anos, quando em 1937 os cientistas encontraram uma espécie de bovino selvagem nas selvas do norte do Camboja que batizaram como kouprey.
Desde então pouco se avançou no conhecimento dos costumes e comportamentos deste escorregadio vertebrado de 90 centímetros de altura e 100 quilos, cujas primeiras imagens foram feitas em 1999 por uma câmara automática na região laosiana de Bolikhamxay.
Há dois anos nessa mesma região, localizada na parte central do Laos, conseguiram capturar com vida um exemplar que morreu em cativeiro alguns dias depois e antes que os especialistas pudessem examiná-lo.
O crânio, estranhamente longo para as espécies conhecidas e com dois chifres longos e retos, representava a descoberta de um novo mamífero em mais de 50 anos, quando em 1937 os cientistas encontraram uma espécie de bovino selvagem nas selvas do norte do Camboja que batizaram como kouprey.
Desde então pouco se avançou no conhecimento dos costumes e comportamentos deste escorregadio vertebrado de 90 centímetros de altura e 100 quilos, cujas primeiras imagens foram feitas em 1999 por uma câmara automática na região laosiana de Bolikhamxay.
Há dois anos nessa mesma região, localizada na parte central do Laos, conseguiram capturar com vida um exemplar que morreu em cativeiro alguns dias depois e antes que os especialistas pudessem examiná-lo.
"Os cientistas não puderam calcular o número de saolas (que vivem em liberdade) devido às dificuldades para detectá-los. Se as coisas vão bem, pode haver cerca de 200, mas se vão mal sua população seria inferior a dez espécimes", declarou Sarah Bladen, chefe de comunicação do WWF para o Grande Mekong. Veja o vídeo do WWF:
Os esforços para salvar o saola, classificado pelos conservacionistas como espécie "em risco crítico de extinção" redobraram desde que se confirmou no ano passado a extinção do rinoceronte-de-java no Vietnã pelas mãos de caçadores.
As autoridades do Vietnã e do Laos estabeleceram, desde a descoberta do saola, uma rede de áreas protegidas e criaram algumas reservas naturais para proteger o habitat natural deste raro exemplar.
No entanto, a principal ameaça para sua sobrevivência e reprodução é a caça ilegal, embora seja assim de forma indireta porque o animal não faz parte do lucrativo negócio da venda ilegal ou da demanda da medicina tradicional chinesa.
"Apesar de sua raridade, o saola é um dos poucos vertebrados da Annamita (cordilheira montanhosa que se estende por Laos, Vietnã e Camboja) sem um alto preço no mercado negro, e só é capturado pelos caçadores de maneira acidental", declarou William Robichaud, coordenador do grupo de trabalho para a proteção desta espécie.
Nas últimas décadas, a exploração das recônditas selvas do Vietnã e do Laos permitiu descobrir um bom número de animais e plantas até então desconhecidos.
Apenas em 2010, especialistas de WWF percorreram os diferentes ecossistemas que enriquecem o delta do Mekong e descobriram 208 novas espécies, entre elas cinco plantas carnívoras e um macaco sem nariz. "O saola completou o 20º aniversário de seu descobrimento, mas não haverá mais comemorações a menos que se tomem medidas urgentes para sua proteção", concluiu Chris Hallam, da organização WCS-Laos.
As autoridades do Vietnã e do Laos estabeleceram, desde a descoberta do saola, uma rede de áreas protegidas e criaram algumas reservas naturais para proteger o habitat natural deste raro exemplar.
No entanto, a principal ameaça para sua sobrevivência e reprodução é a caça ilegal, embora seja assim de forma indireta porque o animal não faz parte do lucrativo negócio da venda ilegal ou da demanda da medicina tradicional chinesa.
"Apesar de sua raridade, o saola é um dos poucos vertebrados da Annamita (cordilheira montanhosa que se estende por Laos, Vietnã e Camboja) sem um alto preço no mercado negro, e só é capturado pelos caçadores de maneira acidental", declarou William Robichaud, coordenador do grupo de trabalho para a proteção desta espécie.
Nas últimas décadas, a exploração das recônditas selvas do Vietnã e do Laos permitiu descobrir um bom número de animais e plantas até então desconhecidos.
Apenas em 2010, especialistas de WWF percorreram os diferentes ecossistemas que enriquecem o delta do Mekong e descobriram 208 novas espécies, entre elas cinco plantas carnívoras e um macaco sem nariz. "O saola completou o 20º aniversário de seu descobrimento, mas não haverá mais comemorações a menos que se tomem medidas urgentes para sua proteção", concluiu Chris Hallam, da organização WCS-Laos.
costumes
A televisão invade a casa
Instalados em varandas, banheiros e adegas, os televisores são incluídos na decoração como "itens indispensáveis".
Foi-se o tempo em que o televisor ficava restrito à estante da sala. Com imóveis de estruturas cada vez mais versáteis, já não é incomum encontrar o aparelho no meio da varanda, sobre a banheira ou inserido no espelho ou na porta do armário
Uma das soluções mais requisitadas é a colocação do aparelho atrás de espelhos. A solução libera espaço no ambiente e minimiza a constante presença da televisão, já que permite o reflexo natural quando ela estiver desligada.
Alguns projetos chegam a usar painéis de vidro (com projeções de imagens) como divisórias de ambientes. Mas a invasão dos televisores também alcança eletrodomésticos e outros equipamentos.
Segundo o relatório da Forrester Research (empresa de análise de mercado), divulgado em março deste ano, os brasileiros gastam aproximadamente 6,2 horas por semana assistindo televisão.( ? ! ? )
Sugestão do Dia: Plante, desligue a TV e ligue musica.
desaba o bafo
Petição ao Rebanho
...pós Spinoza
Deixem-me sonhar, homens do rebanho, estúpidos seguidores de líderes sintéticos, deixem-me sonhar novos horizontes longe da sua servil e
infecta vulgaridade.
Não desprezem o que nunca hão de compreender, supersticiosos adoradores do sufrágio universal, que é o resultado da soma das suas covardias, sobre as quais trepa e monta qualquer um dos seus demagogos para viver à custa da indiferença, para vender o pouco que resta da sua dignidade.
Inútil falar-lhes da beleza do sacrifício por uma grande causa: é um idioma que nunca entenderão.
A única coisa que lhes peço é que me deixem sonhar com algo acima dos seus sujos interesses de classe, de seita ou de partido. E que me deixem sonhar com seus filhos vivendo em função de algo superior ao dinheiro, ainda que para vocês o dinheiro seja a única coisa que valha a pena.
Não deixem que os seus filhos apodreçam como vocês e se convertam em traidores capazes de vender a sua Pátria ou Matria a pestilentos sinédrios em troca já não de trinta moedas, mas de um sorriso complacente de um estrangeiro qualquer, tão materialista como vocês.
Ainda que jamais venham a entender de primaveras e estrelas, peço-lhes que não atirem a sua baba imunda sobre a nossa esperança azul. Já sei que para vocês o ato de sair da manada é imbecilidade. Pois bem: deixem-nos ser imbecis e permitam que a nossa imbecilidade contagie os seus filhos e os salve de se converterem naquilo que vocês são!
...pós Spinoza
cores do mar
Nome no Brasil: Cirurgião Hepatus
Nome em inglês: Blue Tang
Nome cientifico: Paracanthurus hepatus
Tipo de água: Salgada
Locais de origem: Indo-Pacífico, África Oriental, América do Norte e Caribe
arqueologia
Achados Livros de bronze numa Gruta da Jordânia
Livros de bronze seriam a maior descoberta de todos os tempos e falam de Jesus Cristo

Aspecto de um dos livros em análise
Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do cristianismo.
Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.
Segundo o jornal britânico "Daily Mail", 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.
A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.
Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

A gruta onde teriam sido encontrados
No local ter-se-iam refugiado, no ano 70 d.C., os cristãos de Jerusalém, durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito, que afogaram em sangue uma revolução de judeus que queriam a independência.
Cumpria-se então a profecia de Nosso Senhor relativa à destruição de Jerusalém deicida e à dispersão do povo judaico.
Segundo o "Daily Mail" os académicos, que estão convencidos da autenticidade dos livros, julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947.
Nelas, há imagens, símbolos e textos que se referem a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Paixão.
David Elkington, especialista britânico em arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele, tratar-se-ia de uma das maiores descobertas da história do Cristianismo.

Os livros geraram muita disputa
Livros de bronze seriam a maior descoberta de todos os tempos e falam de Jesus Cristo

Aspecto de um dos livros em análise
Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do cristianismo.
Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.
Segundo o jornal britânico "Daily Mail", 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.
A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.
Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

A gruta onde teriam sido encontrados
No local ter-se-iam refugiado, no ano 70 d.C., os cristãos de Jerusalém, durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito, que afogaram em sangue uma revolução de judeus que queriam a independência.
Cumpria-se então a profecia de Nosso Senhor relativa à destruição de Jerusalém deicida e à dispersão do povo judaico.
Segundo o "Daily Mail" os académicos, que estão convencidos da autenticidade dos livros, julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947.
Nelas, há imagens, símbolos e textos que se referem a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Paixão.
David Elkington, especialista britânico em arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele, tratar-se-ia de uma das maiores descobertas da história do Cristianismo.

Os livros geraram muita disputa
Philip Davies, professor emérito de Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da cidade de Jerusalém. No mapa é representada o que parece ser a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras.
"Noutras páginas destes livros também existem representações de muralhas que, quase de certeza, reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão cristã acontecendo fora dos muros da cidade".
"Noutras páginas destes livros também existem representações de muralhas que, quase de certeza, reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão cristã acontecendo fora dos muros da cidade".
idade midia
Nihil humani a me alienum puto.
( Nada do que é humano me é indiferente )
Quem diria que GAIA, a Virgem Mãe-Terra, seria palco de um drama no qual alguns patifes, totalmente endiabrados, tentam nos convencer de que eles são o que não são, e de que nós somos o que não somos?
Estamos assistindo ao emergir de uma “comunidade planetária” sem fronteiras morais, religiosas ou políticas: a filha da globalização.
Estamos assistindo ao emergir de uma “comunidade planetária” sem fronteiras morais, religiosas ou políticas: a filha da globalização.
Ah, a globalização! Que podemos dizer de tão engenhosa ilusão? O mundo contemporâneo enfrenta esse fenômeno e o encara de formas bem distintas: os mais bobos vêem nele a possibilidade de comprar canetas cheirosas e coloridas fabricadas no China; os muito iludidos, a de namorar e até casar com o computador (ou melhor, com o parceiro que está do outro lado do mundo diante de outro computador); os mais afetados, a chance de fazer grandes negócios num chat interplanetário; os neutros cientistas sociais, um processo cada vez maior de interligação entre todos os aspectos da vida ecológica, econômica, legal e social; e, finalmente, os seus inventores, o ponto final de suas antigas metas.
Essa interligação mundial assinala cada vez mais o fim do Estado-Nação, tal como o Império Romano assinalou o fim das cidades-Estado. Com isso, vemos balançar o antigo império, os EUA, centro hegemônico do sistema capitalista mundial!
O divulgador da fórmula que levaria esse país a essa condição é Adan Smith, autor de A Riqueza das Nações (obra encomendada pela elite financeira e publicada no mesmo ano da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776), na qual delineou a base da economia moderna. Postula ele que o mais alto nível de bem-estar social se dá quando cada indivíduo persegue única e exclusivamente o seu próprio bem-estar pessoal. Adão não vê nenhuma utilidade no altruísmo. É ele, sem dúvida, o profeta do materialismo messiânico.
Com tal fórmula, os EUA têm varrido, semelhantemente a um tornado, as tradições culturais, morais e religiosas das nações, e, em decorrência disso, suas particularidades, tanto por meio da força como pela exportação do seu postiço american way of life.
Para instaurar e manter a ideologia hegemônica, surge a indústria da comunicação de massa, que faz uma rigorosa seleção de tudo o que, segundo seus critérios, pode ou não chegar ao conhecimento das pessoas. Como dizia Honoré de Balzac: “Há duas histórias: a história oficial, embusteira, que é ensinada ad usum delphini, e a história secreta, na qual se encontram as verdadeiras causas dos acontecimentos, uma história vergonhosa.” Assim, tudo que exalta a ideologia do pensamento único, escondendo a história vergonhosa, é apresentado pela mídia de forma dogmática, exacerbada e sensacionalista, enquanto que as verdades e afirmações que se opõem a ela são ignoradas e perseguidas. As vozes de homens sensíveis – e até geniais, em alguns casos – que se levantam de tempos em tempos contra atos e idéias desprezíveis como essa são fulminantemente estigmatizadas e tachadas de radicais, paranóicas, inimigas, demoníacas ou insanas.
E quem são, afinal, os responsáveis pela formação de tão distorcida imagem? Vejamos. Conforme é sabido, o tempo nos meios de comunicação é valioso, custa muito dinheiro devido ao gigantesco poder de alcance e influência dos mesmos, os quais tornam-se acessíveis exclusivamente aos que possuem vultoso capital. Assim, modismos e regras são impostos ao público pela mídia, proporcionalmente ao que pagam e determinam seus patrocinadores, os quais se restringem a uma elite. E a massa humana, por sua vez, totalmente manipulada, serve apenas para cumprir seu papel de produtora-consumidora. Com isso, através da ação crescente dos meios de comunicação de massa criou-se um fenômeno inédito, um novo tipo de cultura: a cultura de massas, cujas principais características são a homogeneidade, a baixa qualidade e a padronização total de gostos, idéias, preferências, motivações, interesses e valores. Porém, a massa é o oposto do indivíduo, o qual, para os magnatas da produção e para os governos, é completamente ignorado como ser pensante e portador de vontade, em decorrência do quê fazem prevalecer a quantidade (a maioria enganada) sobre a qualidade, o que é equivalente a exaltar o peso morto do número ao irrenunciável e eterno poder do indivíduo. Assim é a democracia moderna, o capitalismo do livre mercado.
Mas... espera aí! Algo nessa história toda de massas e domínios assemelha-se à ideologia de Marx, o homem que combateu com unhas e dentes o capitalismo! Trata-se, caro leitor, de um paradoxo que vimos desvelando de forma ampla no presente volume. Não é impressionante como as formas de atuação dos messiânicos materialistas com o decorrer do tempo diferem completamente na aparência mas nunca nos objetivos?
Não precisamos ir tão longe em nossas memórias para detectar que o cientificismo, as técnicas e o culto à idéia como valores fundamentais da sociedade são princípios tipicamente iluministas (leia-se trevosistas). E, portanto, a efetivação do processo de globalização seria a concretização de um antigo “ideal iluminista”.
Voltaire, um de seus mentores, considerava o cristianismo uma “superstição infame a ser erradicada e um grande obstáculo às reformas baseadas nos princípios iluministas”. Além disso, era ele o homem mais bem relacionado da Europa e membro da franco-maçonaria, assim como seu íntimo amigo Diderot, que lhe escreveu numa carta: “Provemos que somos melhores do que os cristãos e que a ciência faz de nós homens melhores que a graça!”
Outros vão ainda mais longe, afirmando, como alguns historiadores poéticos, que a globalização teria surgido no século XVI com os navegadores portugueses por ocasião dos Descobrimentos, e que seria o resultado da integração entre o Ocidente e o Oriente (mais especificamente por meio do comércio com as Índias) assim como do contato entre os povos. Segundo eles, a conseqüente difusão de culturas, idiomas, credos (e, é claro, de produtos) estimulada a partir de então seria a precursora de tal fenômeno, e constituiria o que eles chamam de “pré-história” da globalização.
No entanto, esse feito grandioso da História, cujo uso deveria ter sido direcionado exclusivamente ao cumprimento de seu papel, que é o intercâmbio saudável e profícuo de informações e experiências, ampliação de conhecimento de mundo e de aperfeiçoamento das ciências e das artes, acabou sendo usado por alguns egoístas como forma de ampliar seus campos de atuação e influência somente em prol de mesquinhos interesses próprios. Tais pessoas não fazem parte das massas, mas se encontram espalhadas por todos os lugares, e sempre com um objetivo definido, do qual nunca se desviam, e evitando assimilar o que quer que seja da cultura alheia.
E assim, no decorrer do tempo, foram tais tipos pouco a pouco se infiltrando em todos os pontos-chave das nações, fazendo-se de bonzinhos mas destilando veneno, criando cizânia, incentivando o liberalismo, eliminando fronteiras, desmoralizando o princípio da autoridade e da hierarquia, controlando o mercado e, sobretudo, o capital. E, de repente... estavam eles no poder de todos os governos e no comando de todas as grandes corporações industriais. Não é preciso dizer que estavam (estão)dominando o mundo!
Globalização é, portanto, apenas mais um nome para uma prática antiga de dominação que já foi denominada imperialismo e, em épocas mais remotas, colonialismo. E agora, na Idade Mídia, tal atividade atingiu seu apogeu através do controle total pelos meios de comunicação e redes sociais.
Poderíamos fazer um bom proveito de uma política de auxílio mútuo entre as nações mantendo-se o devido respeito às particularidades e tradições culturais de cada povo. Porém, o sistema de mundialização que foi criado mobiliza-se em função de uma conceituação exclusivamente econômica da natureza humana, o que impede que isso aconteça. O objetivo da “agenda global” é estabelecer um governo mundial único, sob o poder absoluto da elite detentora do capital. Essa elite, durante séculos, idealizou e objetivou esse governo verdadeiramente satânico.
Portanto, há bastante tempo a humanidade já vinha sendo espreitada, seduzida e aliciada por esses seres frios e desprovidos de caráter. E eis que no auge do séxulo XX fecha-se o cerco e consuma-se o ato: o estupro da humanidade! A globalização! Sim, os seres humanos foram estuprados coletivamente por uma minoria sádica e desumana. Uma violentação hedionda penetrou e feriu profundamente todos os aspectos que dizem respeito à vida do homem em si, à sua relação com a Terra e, sobretudo, à sua relação com Deus. Invadiram suas vidas particulares e até íntimas, sujando e infectando o que ali existia de mais nobre, valioso e elevado: a consciência. Nunca na longa história da humanidade o homem havia descido a um nível tão baixo, tanto no que concerne à visão de mundo como às condições de vida. O mundialismo só fez conduzir os povos a grandes injustiças, a problemas culturais e sociais de toda espécie.
O mais chocante desta ideologia da globalização é a idéia de fim da história, desenvolvida, também sob encomenda, pelo cientista político americano Francis Fukuyama. Segundo o seu entendimento, nós atingimos “o ponto final da evolução ideológica da humanidade”. Este ponto final é, obviamente, a “democracia liberal”. Todos os povos, segundo ele, tenderão a se encaminhar para esta forma de governo capitalista. Mais grave ainda, ela é apresentada como um produto lógico de fatos materiais, um processo natural e inevitável e não como um ponto de vista ou como uma ideologia. Um crítico escreveu: “A globalização reivindica sua própria imunidade ao questionamento” e acrescenta: “Nesta proposta está um viver sem alternativas”. Resumindo: eles, os “democráticos”, pensam que, alcançado este ponto, não haveria mais mudanças nem evolução, e não teriam senão que aguardar que todos os povos atingissem este mesmo estágio de “desenvolvimento”. E desta forma querem impor-se ideologicamente como único modelo.
Sob tal perspectiva, o capitalismo é um problema que guarda em si um insano fim, que é a “valorização do valor”: parte-se do dinheiro para se chegar ao dinheiro. Quanto aos homens, só lhes resta também vender a si mesmos para se tornarem material da cibernética “máquina mundial” capitalista. Contudo, a crise fundamental dos mercados de trabalho se revelará, mais tarde ou mais cedo, como crise do próprio capitalismo.
Enfim, os detentores do capital exageraram tanto na dose que se assemelham a um malabarista exaltado que, embevecido com sua capacidade de sustentar e “brincar” com seus instrumentos, fosse aumentando cada vez mais a quantidade destes, e aumentando também a rapidez com que os movimenta! Não podemos acreditar que possa ele ficar por muito tempo em semelhante situação. E quando o primeiro de seus inúmeros objetos cair, não haverá habilidade capaz de evitar a catástrofe do pobre malabarista. A partir de então, a sociedade capitalista mundial será abalada até ao seu sepultamento eterno.
As pessoas normais, decentes, obedientes e respeitosas à lei da natureza – que é amar, dar e perdoar – devem, antes de tudo, compreender os métodos obscuros utilizados para a conquista do poder a fim de não se sujeitarem aos mesmos. As conseqüências morais, sociais e, sobretudo, espirituais de tal mundialismo são de tamanha envergadura que se faz imprescindível conhecê-las antes que seja tarde demais para evitá-las.
Nota:
1. Trata-se de uma sociedade secreta norte-americana fundada em 1833 por Willian H. Russel com sede na Universidade Yale, da qual fizeram ou fazem parte o senador Prescott Bush, seu filho George Bush e seu neto, George W. Bush, além de proeminentes membros do governo norte-americano, incluindo-se o senador John Forbes Kerry (candidato derrotado à presidência dos EUA) e membros da tenebrosa sociedade secreta dos Bilderberg. Mais informações sobre a Skull & Bones consulte a obra Secrets of the Tomb: Skull and Bones, the ivy league, and the hidden paths of power, Alexandra Robbins, 2002. Ou America's secret establishment. An introduction to the order of Skull & Bones. Antony Sutton. TrineDay, 1984.
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